Eixo e Aliados

Eixo e Aliados foram duas grandes alianças que se consolidaram no decorrer da Segunda Guerra Mundial, lideradas por potências que possuíam objetivos antagônicos. Enquanto o Eixo surgiu como uma união entre forças totalitárias da Alemanha, da Itália e do Japão para combater a influência de repúblicas e de democracias, os Aliados, representados pelo Reino Unido, pela União Soviética, pelos Estados Unidos e outros, despontaram com o intuito de impedir a expansão dos domínios do outro grupo. A estipulação das alianças, ampliadas no decorrer do conflito, foi complexa e recebeu, cada uma, apoio direto ou indireto da maioria dos países do mundo, conforme os seus respectivos interesses ou necessidades.

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Leia também: Tríplice Aliança e Tríplice Entente — as alianças formadas na Primeira Guerra Mundial

Resumo sobre Eixo e sobre Aliados

  • Eixo e Aliados foram os nomes dados aos grupos opostos que entraram em conflito no decorrer da Segunda Guerra Mundial.
  • O Eixo era composto principalmente pela Alemanha Nazista, pela Itália Fascista e pelo Império Japonês, apesar de aceitar, mais tarde, o apoio de outros países, como a Bulgária, a Finlândia e a Tailândia.
  • Os Aliados possuíam, entre os principais membros, a União Soviética, os Estados Unidos, o Reino Unido, a França Livre, a Polônia e a China, recebendo também a adesão da maioria dos países do mundo.
  • Os Aliados surgiram como um pacto de contenção do avanço do Eixo, que passou a invadir e a conquistar amplos territórios a fim de praticar políticas racistas e militaristas.
  • As relações entre Japão, Alemanha e Itália surgiram por meio do “Pacto Anticomintern”, estipulado inicialmente em 1936, que tinha como objetivo uma eventual incursão contra a União Soviética.
  • O Eixo, ou Pacto Tripartite, foi oficialmente consolidado em 1940.
  • Apesar de os Aliados terem sido representados inicialmente pelo Reino Unido e pela França em apoio à Polônia, com o advento da Segunda Guerra Mundial, a união de forças contra o Eixo foi ampliada.
  • Em 1941, os Aliados receberam a adesão da União Soviética e dos Estados Unidos, que, apesar das divergências ideológicas, possuíam um objetivo em comum: derrotar o Eixo.
  • Em 1945, os Aliados saíram vitoriosos da guerra. O primeiro país a render-se foi a Itália, em 1943, enquanto Alemanha e Japão resistiriam até o ano final do conflito.  

O que era o Eixo e os Aliados?

Imagem explicando o que foram Eixo e Aliados e indicando os países que fizeram parte dessas alianças. [imagem_principal]
Eixo e Aliados entraram em conflito na Segunda Guerra Mundial. (Créditos: Isa Galvão | Mundo Educação)

Eixo e Aliados foram os nomes dados às alianças que estavam em conflito no contexto da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O Eixo era composto pela Alemanha, pela Itália e pelo Japão. Os Aliados eram compostos pelo Reino Unido, pela França Livre, pelos Estados Unidos e pela União Soviética. No entanto, essas formações não foram imutáveis no decorrer do conflito, já que a maioria dos países do mundo aderiu direta ou indiretamente a um dos grupos.

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Antecedentes históricos do Eixo e dos Aliados

A formação das alianças que compuseram o Eixo e os Aliados, durante a Segunda Guerra Mundial, foi uma consequência de fatores resultantes da Primeira Guerra Mundial, baseando-se em conceitos como expansionismo, revanchismo, ideologias totalitárias, nacionalismo, entre outros.

À frente do que viria a se tornar o Eixo, encontrava-se a Alemanha nazista. O principal objetivo de sua ditadura totalitária, chefiada por Adolf Hitler, consistia na conquista do Espaço Vital, um território ao Leste Europeu que os nazistas julgavam essencial para o fortalecimento de seu povo. Essa ambição, que ia se tornar o principal fio condutor da Segunda Guerra Mundial, foi apoiada pelo ditador italiano Benito Mussolini, a quem Hitler possuía grande apreço e inspirava-se para conduzir o seu governo nacional-socialista. Ambos os países adotavam uma ditadura de extrema-direita e afluíam em seus objetivos, consistidos em expansionismo, em revanchismo e em fortes sentimentos de nacionalismo, de anticomunismo e de antiliberalismo.

Tratado de Versalhes, documento ligado ao contexto histórico do Eixo e dos Aliados.
As imposições dos vitoriosos da Primeira Guerra Mundial, por meio do Tratado de Versalhes, acentuaram o sentimento de revanchismo na Europa.

Enquanto isso, no Oriente, o Japão conduzia uma violenta política expansionista sobre a república da China, à época chefiada pelo general nacionalista Chiang Kai-Shek. Na liderança japonesa, o imperador Hiroito e seus influentes ministros militaristas objetivavam um grande império oriental desvinculado das influências do Ocidente. Ao contrário da Itália, o Japão não possuía alinhamento ideológico relevante para a Alemanha, mas era visto como um aliado de importante poder geopolítico e influência antissoviética no Oriente.

O interesse em comum entre Alemanha e Japão em combater a ideologia socialista propagada pela União Soviética resultou no “Pacto Anticomintern” (ou “Pacto Anticomunista”), assinado em 1936. O objetivo do pacto era combater a União Soviética em duas frentes (lideradas pelo Japão, no Oriente, e pela Alemanha, no Ocidente) no caso de alguma possível manobra de agressão do país socialista, formando-se um “eixo” contraofensivo a leste e a oeste. Em 1937, a Itália aderiu ao pacto, adicionando à aliança uma posição garantida nas proximidades dos Bálcãs.

Apesar de o “Pacto Anticomintern” anteceder ao que viria a se tornar o Eixo, as alianças entre Alemanha, Japão e Itália já estavam formadas. Em maio de 1939, Alemanha e Itália assinaram o “Pacto de Aço”, que consistia em apoio militar mútuo para quando uma nova guerra se deflagrasse. O Japão aderiu ao novo pacto em 1940, incentivado pela queda das potências imperialistas da Europa que possuíam colônias no Pacífico. Ao mesmo tempo, firmou com a União Soviética um pacto de não agressão, que seria custoso para ambos no novo contexto de conflito mundial, mesmo apesar dos atritos de objetivo entre ambos. Assim, em 1940, o Pacto Tripartite — ou Eixo — estava oficialmente formado.

Momento de assinatura do Pacto Anticomintern, documento ligado ao contexto histórico do Eixo e dos Aliados.
Momento em que o diplomata nazista Joachim von Ribbentrop assina o “Pacto Anticomintern” em presença das autoridades japonesas.

A formação dos Aliados surgiu como resposta às manobras expansionistas e diplomáticas da Alemanha. Apesar de ainda enfraquecido pela Primeira Guerra Mundial, o Reino Unido prometeu intervir militarmente contra a Alemanha, no caso de esta executar qualquer manobra agressiva contra a Polônia. Impelida com o alinhamento ideológico britânico — que havia sido um crucial aliado durante o conflito anterior —, a França prontamente assumiu a mesma postura. Assim, em 1939, o modelo inicial dos países Aliados foi formado entre a Commonwealth, a França e a Polônia. Com a invasão alemã sobre Polônia, em 1º de setembro, Reino Unido e França declararam guerra a Hitler dois dias mais tarde, mas nenhuma tentativa de auxiliar os poloneses foi realizada naquele momento.

Conforme a guerra alastrava-se pela Europa, mais países alinhavam-se aos Aliados Commonwealth principalmente os invadidos pelos nazistas. Após a queda da Dinamarca, da Noruega, da Holanda, da Bélgica e de Luxemburgo, a França foi derrubada pelos alemães em poucas semanas, liderada, a partir de então, pelo governo-fantoche colaboracionista de Philippe Petáin. Ainda naquele ano, em 1940, os alemães iniciaram um violento confronto aéreo sobre a Grã-Bretanha, com a primeira fase da Batalha da Inglaterra. A urgência dos países europeus ocidentais em solicitar apoio aos EUA, da mesma forma como o ocorrido na Primeira Guerra Mundial, tornou-se prioridade, mas o governo estadunidense manteve-se neutro e isolado até o ano seguinte (apesar de já oferecer aos países invadidos uma política de empréstimo-arrendamento).

Celebração da assinatura do Pacto Tripartite, documento ligado ao contexto histórico do Eixo e dos Aliados.
Celebração da assinatura do Pacto Tripartite em Tóquio, 1940.

O ano de 1941 mudou a formação dos Aliados de maneira incisiva. Em junho, a Alemanha invadiu a União Soviética por meio da Operação Barbarossa, angariando o país soviético às forças contra o Eixo. Em dezembro, o Japão atacou de súbito a base naval estadunidense de Pearl Harbor, no Havaí, levando os Estados Unidos, e consigo a China, a aderirem às forças dos Aliados.

Quais foram os países do Eixo?

O Eixo era composto oficialmente pela Alemanha, pela Itália e pelo Japão, mas contou também com a aliança de diversos países, especialmente balcânicos, incluindo-se a Hungria, Romênia, Bulgária, Eslováquia, Croácia e Iugoslávia, além do apoio da Finlândia à Alemanha, e da Tailândia, ao Japão.

Quais foram os países Aliados?

Bandeira dos Estados Unidos e da União Soviética, que se uniram nos Aliados contra o Eixo.
Apesar das divergências ideológicas, Estados Unidos e União Soviética uniram-se contra o Eixo durante a Segunda Guerra Mundial.

Apesar de os principais Aliados serem representados pelo Reino Unido, pela União Soviética e pelos Estados Unidos, a maioria dos países a tomar um lado, na guerra, alinhou-se a essas potências. Entre elas, incluem-se China, França e Polônia, além dos países do Commonwealth (Canadá, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul). Diversos outros signatários, que aderiram aos Aliados em momentos diferentes do conflito, incluem Holanda, Bélgica, Grécia e Noruega, na Europa, e México, Panamá e Brasil, na América. No ano de 1943, a Itália, outrora parte vital do Eixo, também aderiu aos Aliados após a deposição de Mussolini.

O que o Eixo e Aliados defendiam?

No decorrer da Segunda Guerra Mundial, Eixo e Aliados possuíam interesses e ideologias que se opunham, ao menos na maioria das vezes.

  • Eixo: Nos países que compunham o Eixo, os chefes de Estado defendiam diversos aspectos em específico, como o anticomunismo, a utilização da força militar para conquistar outros povos, o revanchismo do pós-Primeira Guerra Mundial (no caso da Alemanha, em decorrência da derrota e das punições impostas pelo Tratado de Versalhes; no caso da Itália, devido às promessas de ganho territoriais não cumpridas por parte da Tríplice Entente), o usufruto da violência para conter a população, o ultranacionalismo e a total rejeição pelas democracias e pelos governos liberais.
  • Aliados: Os países que compunham os Aliados defendiam praticamente tudo o que o Eixo reivindicava, ou seja, deter o expansionismo dos países do Pacto Tripartite, garantir a influência econômica estabelecida por políticas liberalistas e, com exceção da União Soviética, estabelecer os direitos democráticos das nações (embora este ponto seja debatível, já que, nesse contexto, muitas potências Aliadas possuíam um restrito controle sobre colônias em todo o mundo).

Objetivos do Eixo e Aliados

Assim como os pontos defendidos pelo Eixo, de um lado, e pelos Aliados, de outros, os objetivos estabelecidos por ambos eram, em sua maioria, conflitantes.

  • Objetivos do Eixo: O principal objetivo do Eixo era combater, e eventualmente erradicar, os governos tanto socialistas quanto liberalistas, desequilibrando a estrutura de Estados fundamentados em repúblicas ou em democracias.  Igualmente importante para as suas gestões totalitárias, objetivava-se a eliminação física e intelectual de outras “raças”, como os judeus e os eslavos, para os nazistas, e os chineses, para os japoneses imperialistas. Os italianos fascistas também propunham leis antissemíticas, mas criticavam, sobretudo, as influências estrangeiras no geral. Todos esses objetivos provinham de um forte sentimento de revanchismo do pós-Primeira Guerra Mundial, que julgavam ter sido injustiçados pelas potências da Tríplice Entente.
  • Objetivos dos Aliados: Os Aliados antagonizavam com os objetivos do Eixo. Na prática, significava que seu principal objetivo era conter o Eixo, a fim de manter a influência sobre a Europa e o Pacífico. A princípio, muitos dos Estados do Ocidente permitirem o fortalecimento do fascismo na Europa como potencial opressor dos ideais socialistas, mas, com o advento da Segunda Guerra Mundial, o nazifascismo — junto do governo expansionista japonês — tornou-se a prioridade de contenção dos países autoproclamados democráticos e independentes. Portanto, a manutenção da ordem mundial estipulada pelos Aliados só poderia ocorrer por meio da derrota do Eixo.

Quem venceu a Segunda Guerra Mundial, o Eixo ou Aliados?

Após cerca de seis anos de conflito, os Aliados tornaram-se os vencedores da Segunda Guerra Mundial. A Itália foi a primeira a ser derrotada, em setembro 1943, sucedida pela Alemanha, em maio de 1945. O Japão foi o último a render-se, em decorrência do lançamento das bombas atômicas sobre Hiroshima e sobre Nagasaki, em agosto daquele mesmo ano.

Acesse também: Segunda Guerra Mundial — saiba todos os detalhes sobre esse conflito

Exercícios resolvidos sobre Eixo e Aliados

Registre a somatória das afirmações que condizem corretamente com os objetivos do Eixo no decorrer da Segunda Guerra Mundial.

01) Combater a União Soviética e a influência do socialismo por meio de um acordo de auxílio intervencionista mútuo, conforme estabelecido desde o “Pacto Anticomintern”.

02) Combater as políticas liberalistas instauradas pelos governos democráticos.

04) Desorganizar e enfraquecer a estrutura geopolítica imposta pelos países da Entente do pós-Primeira Guerra Mundial.

08) Aliar-se com os países democráticos para combater a influência do totalitarismo stalinista.

16) Apoiar os Estados socialistas a fim de combater a influência estrangeira da França, no Ocidente, e da China, no Oriente.

Resolução:

Total: 07.

A prioridade dos países do Eixo era eventualmente combater a União Soviética e sua ideologia socialista, ao mesmo tempo que procurava conter a influência dos países democráticos e a instauração da ordem mundial estipulada pelos vencedores da Primeira Guerra Mundial.

Questão 2

Assinale a alternativa correta em relação à formação do grupo dos Aliados.

A) Os Aliados passaram a combater o Eixo ainda em setembro de 1939, quando do início da Segunda Guerra Mundial, a partir do auxílio mútuo entre URSS, EUA, China, Reino Unido e França.

B) A partir do momento em que a Alemanha invadiu a Polônia, em 1939, os Aliados, liderados pelos Estados Unidos, pelo Reino Unido e pela França, declararam guerra ao Eixo, mas só tomaram parte dos combates meses mais tarde.

C) A União Soviética era aliada do Eixo no advento da Segunda Guerra Mundial, aderindo aos Aliados apenas em 1941, quando a Alemanha traiu sua aliança com os soviéticos por meio da Operação Barbarossa.

D) A formação de potências alinhadas aos Aliados foi estipulada apenas quando os EUA entraram oficialmente na guerra, em dezembro de 1941.

E) Os Aliados não possuíram uma formação única e estável no decorrer do conflito contra o Eixo, pois obtiveram adesões e signatários em diferentes momentos e contextos; no ano de 1941, por sua vez, esta aliança foi fortalecida pela adesão da URSS, no Oriente, e dos EUA, no Ocidente.

Resolução:

Alternativa E.

A formação do acordo entre Aliados foi complexa e ocorreu em momentos diferentes da guerra. No princípio do conflito, significava o apoio do Reino Unido e da França à Polônia, mas, conforme os países do Eixo expandiam seus territórios pelo mundo, adquiriram novas e importantes adesões: por exemplo, no Oriente, em 1941, a URSS vinculou-se ao Aliados frente à invasão alemã, e, no Ocidente, os EUA aliaram-se às suas forças após o ataque japonês a Pearl Harbor.

Fontes

CARDONA, Gabriel. Polônia invadida. In: Coleção 70° aniversário da II Guerra Mundial. São Paulo: Abril Coleções, v.2, p.7-29, 2009.

GILBERT, Adrian; ADAMS, Simon; FARNDON, John, et al. O livro da Segunda Guerra Mundial. Rio de Janeiro: Globo Livros, 2024.

HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: O breve século XX – 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

KENNEDY, Paul. Ascensão e queda das grandes potências: Transformação econômica e conflito militar de 1500 a 2000. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1989.

PAXTON, Robert. A anatomia do fascismo. São Paulo: Paz e Terra, 2007.

RYBACK, Timothy W. A Biblioteca Esquecida de Hitler: os livros que moldaram a vida do Führer. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

WEINBERG, Gerhard L. A world at arms: A global history of World War II. Cambridge: Cambridge University Press, 1994.

Escritor do artigo
Escrito por: Cassio Remus de Paula Cássio é doutor em História pela UFPR, mestre e bacharel em História pela UEPG. Atua como professor de História, Filosofia e Sociologia.

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