China
A China, oficialmente República Popular da China, é um país do leste da Ásia. É o terceiro maior do mundo em área e o segundo em população, abrigando, atualmente, 1,41 bilhão de habitantes. O amplo território chinês apresenta uma grande diversidade geográfica, com climas que variam do tropical ao árido, formações vegetais de florestas, estepes e desertos, além de rios extensos que são responsáveis pelo abastecimento de uma parte significativa do país, como é o caso do rio Yangtzé. Seu relevo é caracterizado por planícies, planaltos, como o Planalto do Tibete, e montanhas, com destaque para a Cordilheira do Himalaia.
As reformas internas promovidas no país a partir da década de 1980 elevaram a China à segunda maior economia mundial, sendo um grande exportador de bens de consumo duráveis, como carros, celulares e computadores, além de componentes como circuitos integrados e equipamentos eletrônicos. O mercado chinês é, ainda, um grande importador de matéria-prima, principalmente minério de ferro e soja. Hoje, a China é considerada a principal economia emergente e uma das mais competitivas do mundo.
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Resumo sobre a China
- A China, oficialmente República Popular da China, é um país do leste da Ásia.
- Sua capital é a cidade de Pequim.
- É o terceiro maior país do mundo em termos de área, e o segundo em população, com 9,6 milhões de km2 e 1,41 bilhão de habitantes.
- Faz fronteira com outros 14 países asiáticos, e apresenta regiões autônomas e regiões administrativas especiais (RAE) ligadas ao seu território, como Hong Kong, Macau e Tibete.
- Por conta da extensão territorial, apresenta uma ampla diversidade de climas que variam do tropical até o desértico, com vegetação formada por florestas, estepes e desertos.
- O relevo é igualmente heterogêneo, destacando-se a presença do Planalto do Tibete e de cordilheiras como os Himalaias e as Montanhas de Kunlun.
- O território chinês tem uma extensa rede de drenagem formada por rios importantes como o Yangtzé, maior do país, e o Amarelo.
- Com PIB de US$ 20,85 trilhões, a China detém a segunda maior economia do mundo. As indústrias de tecnologia e telecomunicações, a automobilística e de bens de consumo lideram.
- Pouco mais de 60% da população chinesa vive nas cidades, o que é resultado de um intenso processo de urbanização que aconteceu a partir da década de 1980.
- Embora tenha uma matriz energética que se apoia no carvão mineral, a China tem expandido projetos de geração de eletricidade por meio de hidrelétricas, usinas eólicas e solares.
- A República Popular da China foi fundada no ano de 1949 e teve como seu primeiro presidente Mao Tsé-Tung, substituído por Deng Xiaoping após seu falecimento em 1976.
- Antes de se tornar uma república socialista, a China esteve sob o governo de diferentes dinastias, a última delas foi a Dinastia Qing.
Informações gerais sobre a China
- Nome oficial do país: República Popular da China.
- Gentílico: chinês.
- Tamanho do território: 9.600.000 km².
- População: 1.416.096.000 habitantes.
- Onde fica: Ásia.
- Capital: Pequim.
- Moeda: renminbi (CNY).
- Fuso horário: GMT+8.
- Divisão administrativa: 22 províncias, 5 regiões autônomas, 2 regiões administrativas especiais.
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Anhuí |
Henan |
Shaanxi |
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Cantão |
Hubei |
Shanxi |
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Fujian |
Hunan |
Sichuan |
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Gansu |
Jiangsu |
Xantum |
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Guizhou |
Jiangxi |
Yunnan |
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Hainan |
Jilin |
Zhejiang |
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Hebei |
Liaoning |
Taiwan* |
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Heilongjiang |
Qinghai |
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*A China considera Taiwan como parte de seu território, classificada como uma de suas províncias com base no princípio “Uma Só China”. Contudo, Taiwan se autodeclara uma república autônoma e independente, sendo essa uma das principais disputas geopolíticas em que a China está envolvida na atualidade. Considerando a diplomacia brasileira, o país segue o posicionamento do país asiático, e não reconhece a autonomia taiwanesa.
- Língua oficial: mandarim.
- Religiões:
- religião tradicional chinesa: 21,9%;
- budismo: 18,2%;
- religiões cristãs: 5,1%;
- islamismo: 1,8%;
- outras religiões: 0,8%;
- sem religião: 52,2%.
- Densidade demográfica: 147,5 hab./km².
- Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,797.
- Produto Interno Bruto (PIB): US$ 20,85 trilhões.
- PIB per capita: US$ 14.870.
- Gini: 0,312.
- Relações exteriores:
- Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico);
- Banco Mundial;
- Brics;
- FMI;
- G20;
- OMC;
- ONU.
Bandeira da China

Mapa da China

Geografia da China
A China é um país do leste da Ásia, que tem como capital a cidade de Pequim. Em se tratando de área, o seu território é o terceiro maior do mundo, com 9.600.000 km². Ele é banhado pelo oceano Pacífico e faz fronteira com 14 outros países, que são:
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- Coreia do Norte, a leste;
- Rússia e Mongólia, ao norte;
- Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Afeganistão e Paquistão, a oeste;
- Índia, Nepal, Butão, Myanmar, Laos e Vietnã, ao sul.
Além das províncias que constituem o seu território, existem diversas regiões autônomas, regiões administrativas especiais (RAE) e áreas que são reivindicadas pela China embora tenham autodeclarado independência. Elas incluem:
A China é, ademais, o segundo país mais populoso do mundo, tendo 1.416.096.000 habitantes. A maior parte dos chineses vive na parcela oriental do país, uma vez que os terrenos do oeste são montanhosos e apresentam clima mais árido. Dentre suas maiores cidades está Pequim, que conta com uma população de 20.0350.500 habitantes, segundo a ONU.
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Clima da China
A China é um país muito extenso e, por isso, possui grande variedade de climas. O relevo também interfere na circulação atmosférica e na distribuição de umidade sobre o território, criando, com isso, áreas mais secas e mais quentes do que outras. O sudeste e o leste do território chinês apresentam climas tropical e subtropical úmido, e registra, também, maiores volumes de chuva.
O interior do país varia de climas temperados continentais a semiárido e árido na região do Deserto de Gobi, próximo da fronteira oeste com a Mongólia. Províncias no extremo nordeste e no extremo noroeste do país estão sob a influência de massas de ar frias que sopram da Sibéria, na Rússia, motivo pelo qual apresentam temperaturas médias mais baixas do que o restante do território chinês, além de registrarem precipitação na forma de neve.
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Relevo da China
O relevo da China é tão diverso quanto os demais aspectos geográficos do território. O leste e o sudeste do país concentram os terrenos de menor altitude, entre 100 e 500 metros, e pouco acidentado, exibindo formas como serras e morros. Aliado com as chuvas, o relevo do leste chinês favorece a prática agrícola e o desenvolvimento de plantios diversos como o de grãos.
Conforme se avança para o oeste, a paisagem se transforma e passa a ser formada por terrenos elevados com planaltos e montanhas, especialmente no centro-oeste e sudoeste do país. Nessas regiões ficam cordilheiras importantes como as Montanhas de Kunlun e os Himalaias. Ambas delimitam o Planalto do Tibete, ou Planalto Tibetano, uma região com altitudes que variam entre 2.000 e 5.000 metros, em média. O relevo planáltico também está presente no norte da China, onde fica localizado o Deserto de Gobi.
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Vegetação da China
A cobertura vegetal da China acompanha a distribuição de climas pelo território chinês. Uma vegetação mais densa e sempre-verde pode ser observada no leste e no sudeste, principalmente, com formações florestais, como a Floresta Nacional de Zhangjiajie. No nordeste também existem florestas, entretanto, são florestas do tipo boreal, compatíveis com o clima mais frio. No norte do país ficam extensos planaltos desérticos em que a vegetação é escassa. A paisagem muda pouco na região central, onde se formaram os estepes e os campos abertos de gramíneas.
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Hidrografia da China
A China dispõe de uma densa rede hidrográfica que é formada por milhares de rios perenes, lagos e mares. O principal curso d’água do país é o Yangtzé, que tem 6.300 quilômetros de comprimento e é, por isso, um dos mais longos da Ásia e do mundo. O rio Yangtzé abastece um terço da população chinesa e banha cerca de 20% da área do país, apresentando, ainda, importância econômica e ambiental. Outro importante rio é o Amarelo (Huanghe), que percorre 5.464 quilômetros desde o noroeste da China até desaguar na região do Mar de Bohai, parte do oceano Pacífico, na costa norte do país.
Veja também: Índia — tudo sobre o país mais populosos do mundo
Economia da China
A economia chinesa é a segunda maior do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. A China é detentora de um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 20,85 trilhões, o equivalente a 16,5% da soma de produtos e serviços em todo o mundo. O país se destaca, ainda, entre as economias emergentes, liderando o grupo dos Brics do qual faz parte junto de Brasil, Índia, África do Sul e outras seis economias da Ásia e da África. Desde a década de 1980, a China adota um modelo econômico que conhecido como capitalismo de Estado, com abertura controlada para o exterior e constituição das chamadas Zonas Econômicas Especiais (ZEEs), onde se concentram as empresas estrangeiras.
O país apresenta uma indústria moderna e em expansão, com crescimento importante no ramo de telecomunicações e tecnologia de ponta, apresentando, hoje, algumas das maiores empresas do setor como Xiaomi e Huawei. A fabricação de bens de consumo duráveis, como os carros, também é relevante da economia chinesa, sendo liderado por empresas como a BYD, produtora de carros elétricos. Além disso, a China é conhecida pelas empresas de geração de energia e de comércio e varejo, entrando, aqui, no setor terciário.
A China é um grande exportador de bens industrializados, como circuitos integrados, celulares, computadores e carros. Em contrapartida, o país importa matérias-primas, entre as quais estão petróleo, minério de ferro e soja. Os mercados que mais fornecem produtos primários para a China são Estados Unidos, Coreia do Sul, Japão, Brasil, Vietnã e Rússia. O setor primário, embora fundamental para a manutenção das comunidades rurais no país, responde por uma parcela de 6,7% do PIB nacional, de acordo com dados do Banco Mundial.
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Turismo na China
O turismo tem se expandido nos últimos anos na China, tanto com o aumento da entrada de visitantes estrangeiros quanto pelo turismo doméstico, praticado pelos próprios cidadãos chineses. Com milhares de anos de história, a China é repleta de cidades antigas, monumentos milenares e tradições culturais que representam alguns de seus principais atrativos turísticos.
É o caso da Cidade Proibida em Pequim, um palácio imperial que data do século XV, do templo do Grande Ganso Selvagem, construído no século VII e localizado em Xi'an, na região central da China e mesma cidade onde foram encontradas as estátuas do Exército de Terracota, possível de serem vistas no museu do Mausoléu do Imperador Qin Shi Huang.
Não podemos deixar de mencionar, também, a Grande Muralha da China, uma das sete maravilhas do mundo moderno que foi construída entre o século II a.C. e XVII d.C. O país possui, ainda, muitas belezas naturais que atraem visitantes nacionais e estrangeiros, como o próprio Parque Nacional de Zhangjiajie, o condado de Wushan, na cidade de Chongqin, e o parque geológico de Zhangye Danxia, famoso pelas montanhas coloridas, formadas por depósitos sedimentares de diferentes idades.
Infraestrutura da China
Depois de mais de quatro décadas de um projeto intensivo de urbanização que foi implementado na década de 1980 na China, o país possui cerca de 60% da sua população vivendo nas cidades. Segundo dados da ONU, quase 98% dessas pessoas possuem acesso a fontes seguras de água potável, enquanto 85% são atendidos pelos demais serviços de saneamento básico, incluindo a coleta e o tratamento de esgoto. No meio rural, esse percentual cai para 36,7%. Entretanto, é importante mencionar a queda da pobreza no campo chinês, com a erradicação da pobreza extrema em todo o país|1|, e a diminuição das desigualdades sociais no país nas últimas décadas.
A China tem investido na geração de energia elétrica por meio de grandes empresas estatais. Muitas delas, inclusive, estão presentes no Brasil e em outros países e territórios, como é o caso da State Grid Corporation of China (SGCC). Embora ainda dependente do carvão mineral, que responde por 61% da matriz elétrica chinesa, o país vem diversificando as suas fontes de energia e ampliando o número de usinas hidrelétricas (13,5% da matriz), eólicas (9,3%), solares (6,1%). Um dos grandes projetos de geração de energia elétrica da China tem sido desenvolvido no Deserto de Gobi mediante a instalação de turbinas eólicas e painéis solares.
Governo da China
O sistema de governo da China é a república socialista cujo governo é exercido pelo Partido Comunista Chinês. O presidente da república desempenha a função de chefe de Estado, sendo ele eleito indiretamente pelo Congresso Nacional Popular da República da China ou Assembleia Nacional do Povo, que é o órgão do Legislativo chinês.Os membros da assembleia são eleitos por meio do legislativo de cada província que, por sua vez, tem seus respectivos quadros escolhidos via voto popular. Na China, o chefe de governo é o primeiro-ministro, indicado pelo presidente entre os integrantes do Partido Comunista Chinês e nomeado pelo legislativo.
História da China
Registros arqueológicos que indicam que a área que hoje corresponde ao território da China começou a ser ocupado ainda no Paleolítico, período iniciado 2,5 milhões de anos no passado geológico e que se estendeu até o Neolítico, há 10.000 anos, quando as primeiras civilizações e culturas se desenvolveram em território chinês. Pouco após o final desse período, a primeira de uma sequência de dinastias foi instituída na área, que foi a chamada Dinastia Xia, que governou a China entre os séculos XXI a.C. e XVI a.C., dando lugar à Dinastia Shang, marcada pelas cidades fortificadas, pela confecção de utensílios em bronze e pelo sistema de escrita desenvolvido.
Após a Dinastia Zhou (XI a.C. – III a.C.), que permaneceu no poder em parte da China e posteriormente se fragmentou, a Dinastia Qin (ou Chin) ascendeu ao poder e ficou conhecida por promover a unificação do território chinês que, à época, correspondia às terras do leste do país. No entanto, sua permanência no poder foi bastante curta, entre os anos de 221 a.C. e 206 a.C., tendo sido substituída pela Dinastia Han, que consolidou o confucionismo na China.
Mais adiante, no século XIV da Era Comum, as bases da China moderna foram estabelecidas pela Dinastia Ming. Foi um período de reordenamento político interno com alterações na composição do governo e, além disso, expansão das relações comerciais no exterior. Grandes obras de engenharia foram realizadas durante a Dinastia Ming, incluindo o término da construção da Grande Muralha da China.
Houve um crescimento significativo da classe de comerciantes no país, não obstante a agricultura e os camponeses continuassem sendo a sua base econômica. A Dinastia Ming chegou ao fim em 1644, quando houve a ascensão do que viria a ser o último governo imperial chinês, que foi a Dinastia Qing. Apesar do crescimento econômico registrado durante esse período, os conflitos desencadeados com o Japão a partir do final do século XIX — e que se repetiram no século XX, que foram as guerras sino-japonesas — aliados com a insatisfação popular, em especial da classe camposa, levaram à Revolução Chinesa.
Antes da Revolução propriamente dita, houve um longo período de guerra civil na China, que foi estabelecida entre os apoiadores do Partido Comunista Chinês (PCC) — que tinha como um de seus membros Mao Tsé-Tung — e os apoiadores do Partido Nacionalista (Kuomintang), que passou a ser liderado por Chiang Kai-shek a partir de 1925.
O Partido Comunista tinha ao seu lado os camponeses, que foram fundamentais para assegurar a sua vitória e a consolidação da Revolução Chinesa no ano de 1949. Nesse ano, foi fundada, então, a República Popular da China, presidida por Mao Tsé-tung. Após o seu falecimento, em 1976, Deng Xiaoping assumiu o poder e promoveu as principais reformas econômicas e urbanas que transformaram a China em uma das maiores economias do mundo.
→ Videoaula sobre a China, potência do século XXI
Qual a origem do nome “China”?
O nome China, no português e no inglês, é derivado da Dinastia Qin, também chamada Chin. A denominação do território teria sido atribuída pelos persas (Cin) e, mais tarde, adotada pelos portugueses quando aportaram no leste da Ásia no século XVI. Em mandarim, o nome da China é Zhōng guó (), e significa Império do Meio, e foi atribuído ainda durante a Dinastia Zhou.
Cultura da China
A cultura da China foi constituída gradualmente através dos seus milhares de anos, com a introdução gradativa de símbolos, tradições e costumes que seriam, mais tarde, reconhecidos como sendo a identidade daquele país. O mandarim é o idioma oficial da China, mas existem diferentes línguas e dialetos que são falados em todo o seu território, totalizando nove. Algumas delas são gun, hakka, xiang e huizou. A filosofia confucionista e o taoismo foram e são importantes para a sociedade chinesa, embora haja diferentes formas de manifestação religiosa no país.
A China possui muitas celebrações tradicionais que são conhecidas em todo o mundo, como é o caso do Ano Novo Chinês, o Festival das Lanternas e o Festival Barco-dragão. A tapeçaria, a pintura em cerâmica e as peças em porcelana são parte da arte tradicional chinesa. Sua culinária é amplamente conhecida, especialmente preparos como os bolinhos no vapor (guioza), o pato à Pequim e preparos com carne de porco. Mais recentemente, signos culturais do país, como a música popular (C-pop) e as novelas (C-drama), também estão ganhando cada vez mais espaço internacionalmente.
Saiba mais: População da China — taxa de pobreza, controle de natalidade e outras curiosidades
Curiosidades sobre a China
- Apesar da sua extensão longitudinal, foi estabelecido que a China teria um horário padronizado, como se tivesse um único fuso que, no caso, é GMT+8.
- A China está investindo em infraestrutura em diferentes países da Ásia, da Europa e da África com o objetivo de estabelecer uma Nova Rota da Seda, projeto chamado também One Belt, One Road.
- Por muito tempo, acreditou-se que a Muralha da China era visível do espaço. No entanto, a sua identificação em órbita demanda a altitude certa (até 2 km) e lentes apropriadas.
- O mandarim, língua oficial da China, é a segunda língua mais falada do mundo depois do inglês.
- Os pandas-gigantes, hoje, vivem apenas em florestas de elevada altitude nas províncias chinesas de Sichuan, Sanxi e Gansu.
Nota
|1| PETTI, Carin. China erradica a pobreza extrema, mas disparidade entre classes alta e baixa continua elevada. Valor Econômico, 30 abr. 2026. Disponível em: https://valor.globo.com/publicacoes/especiais/revista-brasil-china/noticia/2026/04/30/china-erradica-a-pobreza-extrema-mas-disparidade-entre-classes-alta-e-baixa-continua-elevada.ghtml.
Créditos das imagens
[3] Julia Gardener/ Shutterstock
Fontes
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FUNAG. Topônimos e gentílicos. Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG). Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty, [2017]. Disponível em: https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Top%C3%B4nimos_e_gent%C3%Adlicos.
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