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Pseudofrutos

Germinação de sementes de morango.
Germinação de sementes de morango.

Frutos são estruturas que, geralmente, protegem a semente, podendo auxiliar em sua dispersão - já que muitos deles servem de alimento para várias espécies animais. São formados a partir do desenvolvimento do ovário, geralmente após a fecundação. Uva, azeitona, ervilha, trigo, arroz e tipuana são alguns exemplos de frutos.

A parte comestível do caju, marmelo, maçã, pera, morango, framboesa, amora, abacaxi e figo também são frutos, certo?

ERRADO!

Observe a figura:



Todos esses exemplos dados são, na verdade, pseudofrutos. Isso se explica pelo fato de que tais regiões, apesar de serem suculentas e possuírem reservas nutritivas (além de sabores magníficos), não são formadas a partir do ovário, mas de diferentes partes de uma ou mais flores.

O fruto do caju, por exemplo, é na verdade a estrutura que costumamos chamar de castanha. Já no morango, aqueles pontinhos pretos presentes em sua superfície, denominados frutículos, é que são seus verdadeiros frutos.

Pseudofrutos podem ser do tipo simples, quando são resultantes de modificações do pedúnculo ou receptáculo de uma única flor (maçã, marmelo, pera e caju); agregados ou compostos, quando oriundos do receptáculo de uma flor com vários ovários (morango e framboesa); ou múltiplos ou infrutescências, quando são consequência do desenvolvimento de ovários de várias flores de uma inflorescência que, em razão da proximidade, desenvolveram-se agrupados (abacaxi, amora e figo).

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Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia

Publicado por Mariana Araguaia de Castro Sá Lima
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Escrito"Fator de Van’t Hoff" em fundo laranja ao lado da imagem de Van’t Hoff.
Química
Fator de Van't Hoff
Hoje falaremos de uma “correção” criada pelo físico e químico Jacobus Henricus Van’t Hoff para que possamos analisar os efeitos coligativos em substâncias iônicas, considerando que elas possuem características diferentes das moleculares, pois sofrem dissociação. O fator de Van’t Hoff é a maneira de analisarmos e calcularmos os efeitos coligativos em substâncias iônicas.