Destruição da camada de ozônio

A destruição da camada de ozônio é um problema ambiental causado pela ação humana sobre o meio ambiente. Ele é decorrente da intensificação de um processo que acontece naturalmente na atmosfera terrestre, que é a decomposição das moléculas do gás ozônio (O3) concentradas na estratosfera. Quando em condições normais, o ozônio se regenera com o passar do tempo. No entanto, a emissão de gases poluentes, como os CFCs e HCFCs, fez com que a taxa de depleção do ozônio superasse a sua recomposição, causando, com isso, a destruição parcial da ozonosfera. Esse problema é mais grave nas regiões polares, especialmente sobre a Antártica.

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Como consequência da destruição da camada de ozônio, tem-se a intensificação do efeito estufa, o aquecimento dos oceanos, o desequilíbrio de ecossistemas e de ciclos naturais e uma série de problemas de saúde aos seres humanos. Lembremos que o ozônio funciona como um filtro dos raios solares, e impede parcial ou totalmente a chegada de comprimentos de onda danosos aos seres vivos, como é o caso dos raios UVB. Assim, a adoção de medidas para se evitar a destruição da camada de ozônio é fundamental e já tem mostrado muitos resultados positivos desde a implementação do Protocolo de Montreal, em vigor há mais de três décadas.

Leia também: Aquecimento global — o aumento das temperaturas registradas no planeta

Resumo sobre a destruição da camada de ozônio

  • A destruição da camada de ozônio é a intensificação do processo de decomposição desse gás na atmosfera, o que é causado pela ação dos seres humanos.
  • Esse problema ambiental é observado em maior escala nos polos, sobretudo na Antártica, que são áreas em que a camada de ozônio é menos espessa.
  • Os gases CFC e HCFC, que eram usados na fabricação de aerossóis e eletrodomésticos como geladeira e ar-condicionado, são os principais responsáveis por esse problema.
  • A camada de ozônio funciona como um filtro natural dos raios solares, impedindo a passagem de raios UVC e bloqueando parcialmente os raios UVB.
  • A destruição da camada de ozônio provoca aumento de temperaturas, desregulação de ciclos naturais, desequilíbrio nos ecossistemas e problemas de saúde para os seres humanos.
  • No organismo humano, a maior exposição solar pode causar queimaduras e envelhecimento precoce da pele, problemas na visão e o desenvolvimento de câncer de pele.
  • O Protocolo de Montreal, assinado em 1987 e em vigor desde 1989, restringiu a produção e o uso de substâncias destruidoras da camada de ozônio.
  • O documento foi o principal responsável pela diminuição no uso de substâncias danosas à camada de ozônio, tendo auxiliado na sua regeneração.
  • A redução no consumo de combustíveis fósseis, a manutenção de eletrodomésticos antigos ou o seu descarte adequado são outras formas de evitar a destruição da camada de ozônio.

O que é a destruição da camada de ozônio?

Retrato dos níveis de ozônio na atmosfera em 2024. Em vermelho, os menores níveis.
A redução do ozônio em trechos da atmosfera é o que se chama de destruição da camada de ozônio. Na imagem, de 2024, os menores níveis estão representados em vermelho.

A destruição da camada de ozônio, chamada também de ozonosfera, é um problema ambiental caracterizado pela intensificação de um processo que acontece naturalmente na atmosfera, que é a depleção do gás ozônio (O3) presente no envólucro gasoso do planeta Terra.

A depleção do ozônio nada mais é do que a decomposição desse gás com a posterior regeneração, também natural, das suas moléculas conforme a dinâmica que acontece entre o oxigênio (O2) e diferentes outros gases que compõem a atmosfera. Entretanto, por causa da ação dos seres humanos, a taxa de decomposição do ozônio tem sido muito maior do que a sua taxa de reposição. Criam-se, por causa disso, áreas de grande afinamento, que são os chamados buracos na camada de ozônio.

Vale lembrar que a camada de ozônio é parte da estratosfera, a segunda camada atmosférica a partir da superfície da Terra, situada entre a troposfera e a mesosfera. Ela é crucial para a filtragem dos raios ultravioleta (UV) que são emanados do Sol. Outro ponto que é importante abordar é a espessura da camada de ozônio, que é maior nas regiões do planeta próximas da Linha do Equador e menor nos polos. Por causa disso, o problema da destruição da camada de ozônio aparece em latitudes maiores do que 60º, sendo ainda mais grave sobre a Antártica.

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O que provoca a destruição da camada de ozônio?

A destruição da camada de ozônio é provocada pela intensificação da decomposição desse gás na atmosfera, o que, por sua vez, tem origem nos gases poluentes que são emitidos pelos seres humanos por meio da atividade industrial ou, ainda, dos eletrodomésticos e diferentes produtos usados na vida cotidiana.

Em ambos os casos, existem poluentes em comum que, quando em contato com o ozônio, aceleram a sua decomposição e provocam uma diminuição significativa do volume desse gás presente na atmosfera. Os principais poluentes são os chamados clorofluorcarbonos, comumente referidos pela sigla CFC.

Diversos refrigeradores, eletrodomésticos ligados à destruição da camada de ozônio.
Era comum o uso de CFC na fabricação de geladeiras, ares-condicionados e freezeres devido à sua capacidade de refrigeração.

Os gases CFC eram muito utilizados para a fabricação de propulsores de aerossóis, encontrados em itens como desodorantes em spray e similares, assim como extintores de incêndio, espumas, esterilizantes e eletrodomésticos como refrigeradores, aparelhos de ar-condicionado e freezeres por causa da capacidade de refrigeração que os CFC apresentam. Uma alternativa que era apresentada como menos nociva ao meio ambiente, mas com as mesmas propriedades, eram os HCFC, ou hidroclorofluorcarbonos. Entretanto, foram realizados inúmeros estudos que comprovaram que os gases HCFC tinham efeito tão prejudicial quanto os CFC.

Eles não são os únicos gases que aceleram a decomposição do ozônio na atmosfera. Na realidade, existe um conjunto de substâncias classificadas como destruidoras da camada de ozônio, as chamadas SDO, e que mais tarde foram listadas em protocolos internacionais para a restrição ou proibição do seu uso justamente pelas consequências graves que elas provocam no meio ambiente. Além dos gases CFC e HCFC, podemos citar o brometo de metila (CH3BR) como uma das SDO. Sua letalidade foi o que abriu caminho para a aplicação do brometo de metila no combate a pragas agrícolas, desinfecção de ambientes, esterilização de solos e proteção de mercadorias em armazéns.|1|

Os poluentes que são mais comuns e oriundos da queima de combustíveis fósseis, a exemplo do dióxido de carbono (CO2) e dos óxidos de nitrogênio, também têm efeitos deletérios sobre a ozonosfera.

Na imagem abaixo, veja como o buraco na camada de ozônio sobre a Antártica, representado em diferentes tons de azul, evoluiu entre os anos de 1979 e 2014:

Imagem mostra como o buraco na camada de ozônio sobre a Antártica, representado em tons de azul, evoluiu entre 1979 e 2014. [imagem_principal]
A intensificação da queima de combustíveis fósseis e do uso das SDOs ampliou o buraco na camada de ozônio sobre a Antártica entre 1979 e 2014.

Consequências da destruição da camada de ozônio

A camada de ozônio age como um filtro de raios solares, sendo ela responsável por diminuir o impacto negativo que determinados comprimentos de onda dos raios UV que são emanados pelo Sol. O ozônio bloqueia parcialmente os raios UVB, que causam vermelhidão, queimaduras ou mesmo câncer de pele a depender do tempo de exposição a ele. Os raios UVC são completamente filtrados na estratosfera e impedidos de chegar até a superfície terrestre. A destruição da camada de ozônio remove a proteção do planeta Terra contra a radiação solar e potencializa os efeitos negativos que ela tem no meio ambiente e no organismo humano.

A rarefação do ozônio na atmosfera ocasiona a maior absorção de raios solares e, por conseguinte, o aumento do calor que chega até a superfície. Tem-se, com isso, a elevação das temperaturas nas áreas em que a camada desse gás foi ou está sendo destruída, como é o caso da Antártica.

Por se tratar de uma região polar, observa-se a aceleração do derretimento das estruturas congeladas e uma maior taxa de formação de icebergs, que são blocos de gelo flutuantes que se desprenderam das geleiras. A diminuição da camada de gelo afeta o nível dos mares e oceanos, que aumenta, e força alterações no modo de vida da fauna local.

Iceberg se desprendendo de geleira, uma  consequência da destruição da camada de ozônio.
A aceleração na taxa de derretimento das geleiras é uma consequência da destruição da camada de ozônio.

A elevação da temperatura também provoca perda de biodiversidade tanto marinha quanto terrestre. Lembremos que o aquecimento global afeta, sobremaneira, os oceanos. Não é somente o calor que se intensifica, mas o pH das águas diminui (acidificação), provocando a morte de micro-organismos, de plantas e de animais, além de reduzir o volume de nutrientes dissolvido.

Os ecossistemas marinhos não são os únicos que sofrem as consequências da destruição da camada de ozônio. Os ciclos naturais, como o da água, do carbono e do nitrogênio, são desregulados por causa do descompasso em uma de suas etapas fundamentais, que é o ingresso moderado e controlado de luz solar e calor. Ao mesmo tempo, os organismos animais e vegetais têm as suas funções biológicas desaceleradas, gerando enorme prejuízo fisiológico.

Inúmeros problemas de saúde podem ser desenvolvidos pelo organismo humano a médio e longo prazo devido à exposição prolongada a comprimentos de onda como os raios UVB. Além de problemas nos olhos, como glaucoma e redução da visão por impactos na retina, o aparecimento de queimaduras e da aceleração do envelhecimento precoce da pele, a destruição da camada de ozônio deixa os seres humanos mais suscetíveis a doenças graves como o câncer de pele, com o desenvolvimento de carcinomas ou melanomas. O segundo é o tipo mais agressivo de tumor, apresentando elevado índice de mortalidade.

Melanoma em pele humana, um efeito da destruição da camada de ozônio.
O desenvolvimento de tumores como os melanomas é uma das consequências mais graves da destruição da camada de ozônio para os seres humanos.

Como evitar a destruição da camada de ozônio?

Evitar a destruição da camada de ozônio é uma tarefa fundamental para a manutenção do equilíbrio do meio ambiente e, sobretudo, para proteger o planeta Terra contra os efeitos negativos da intensificação do efeito estufa. O monitoramento constante dessa região da atmosfera mostrou que, na última década, houve uma recuperação significativa do ozônio que havia sido destruído sobre a Antártica. Faz-se necessário, então, manter e intensificar as medidas que foram adotadas de modo a garantir que a taxa de decomposição natural de ozônio volte a ser equivalente, ou ao menos parecida, com a sua taxa natural de recomposição.

Vista da atmosfera terrestre.
Evitar a destruição da camada de ozônio é o mesmo que assegurar a proteção do planeta Terra.

A principal forma de se evitar a destruição da camada de ozônio é seguir as determinações do Protocolo de Montreal. Esse é um dos acordos climáticos de maior adesão no mundo, já que foi assinado e ratificado pelos 193 países participantes da ONU, além de cinco outros territórios. Vigente desde 1989, o Protocolo de Montreal estabeleceu a diminuição na produção e no uso de pelo menos 100 substâncias consideradas destruidoras da camada de ozônio, tendo os gases CFC e HCFC como seu principal foco. Como sendo um dos signatários do documento, o Brasil definiu a proibição do CFC e a restrição do brometo de metila em território nacional. Os HCFC somente são autorizados para empresas que cumprem com a legislação ambiental do país.

Diferentemente de outros acordos sobre o meio ambiente, o Protocolo de Montreal inclui todos os grupos de países: desenvolvidos, emergentes e subdesenvolvidos. Para que isso fosse possível, foi criado, em 1991, o Fundo Multilateral de Implementação do Protocolo de Montreal, que tinha como objetivo o auxílio tecnológico e financeiro aos países subdesenvolvidos para a implementação das medidas sugeridas por esse acordo. Com isso, estima-se que o protocolo foi o responsável por diminuir o uso das SDOs em 98% em todo o mundo desde 1990.|2| Dada a importância desse documento, estabeleceu-se a data da sua assinatura, 16 de setembro, como o Dia Internacional para a Proteção da Camada de Ozônio.

Assim, evitar destruir a camada de ozônio é, sobretudo, manter as medidas que foram implementadas pelo Protocolo de Montreal. Existem, além disso, algumas ações que podem ser adotadas no nosso dia a dia para auxiliar na manutenção desse importante filtro protetor:

  • realizar periodicamente a manutenção de eletrodomésticos antigos, como geladeiras, freezeres e ares-condicionados, que foram fabricados ainda com o uso de CFC ou HCFC;
  • fazer o descarte adequado de aparelhos antigos, que apresentam SDOs em sua composição;
  • evitar a aquisição ou uso de equipamentos que foram fabricados com alguma SDO;
  • ampliar o uso de meios de transporte alternativos, como coletivos, ou, ainda, substituir os combustíveis derivados de petróleo por biocombustíveis;
  • adotar métodos de cultivo sustentáveis que diminuam o uso de produtos feitos à base de brometo de metila e outras SDOs.

Em se tratando dos países e territórios, além do respeito ao Protocolo de Montreal, tem-se tornado uma constante nas reuniões e conferências sobre o clima o tema da transição energética. O objetivo da transição é diminuir a dependência de combustíveis fósseis e ampliar o uso de fontes renováveis de geração de energia, desde os já citados biocombustíveis até a energia eólica e solar, no caso da eletricidade. Assim, o compromisso com a transição energética também é uma forma de reduzir a emissão de gases poluentes para a atmosfera e contribuir para a regeneração da camada de ozônio.

Leia também: Por que devemos nos preocupar com as mudanças climáticas?

Exercícios sobre destruição da camada de ozônio

Questão 1

(UEG) A camada de ozônio resulta da quebra da molécula de O2 pela radiação solar e, consequente, composição do ozônio ou gás O3. Atualmente, a propriedade dessa camada em filtrar as radiações nocivas à biodiversidade do planeta é comprometida por um buraco de aproximadamente 20.000.000 km2.

Sobre os aspectos inerentes à camada de ozônio e os diversos impactos decorrentes na saúde humana e ambiental, verifica-se que:

a) a camada de ozônio está em constante degradação, com aumento contínuo no buraco aberto sobre a Antártida, devido ao uso desenfreado de refrigeradores, aparelhos ar-condicionado, cosméticos em aerossóis e tintas em spray pela população mundial.

b) os resultados do Protocolo de Montreal (1987) são evidenciados pela redução no tamanho do buraco na camada de ozônio, o que expõe o planeta a radiações com λ acima de 500 nanômetros e, assim, favorece a supressão do sistema imunológico e o câncer de pele.

c) as últimas três décadas foram infrutíferas no combate ao aumento no buraco na camada de ozônio, visto o fracasso das políticas internacionais de combate à liberação de Halon, tetracloreto de carbono (CTC), hidroclorofluorcarbono (HCFC), clorofluorcarbono (CFC) e o brometo de metila.

d) o aumento recente do buraco na camada de ozônio tem sido contestado pelos movimentos anticiência nos Estados Unidos da América, sob o argumento de que os gases CFC são quimicamente inertes na liberação de oxigênio e radicais de cloro a partir da degradação do monóxido de cloro.

e) o buraco na camada de ozônio em 2024, conforme a Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (NASA), foi o menor deste século e, portanto, com menor exposição ambiental à radiação UV-B, sendo esse o resultado da gradual eliminação das “substâncias destruidoras da camada de ozônio”.

Resposta: Alternativa E. Com a implementação do Protocolo de Montreal, houve uma melhora na regeneração do ozônio atmosférico e, com isso, o buraco na camada de ozônio diminuiu, conforme constatou o monitoramento da Nasa.

Questão 2

(UEA) É um acordo internacional que visa a proteger a camada de Ozônio por meio da eliminação da produção e do consumo das substâncias responsáveis por sua destruição. A partir da Decisão XIX/6, em 2007, foi estabelecido um cronograma para a redução do consumo de hidroclorofluorcarbonos (HCFCs) no Brasil. Esse planejamento conta com três etapas e, até o ano de 2021, já obteve sucesso na redução de 51,6% do consumo de HCFCs em relação ao ano de base (2013). Calcula-se que a redução atingirá 100% até 2040.

(www.ibama.gov.br, 30.04.2021. Adaptado.)

O excerto faz menção:

a) ao Protocolo de Montreal.

b) ao Protocolo de Kyoto.

c) à Declaração das Partes.

d) à Declaração de Cartagena.

e) ao Tratado de Maastricht.

Resposta: Alternativa A. O excerto menciona o Protocolo de Montreal, acordo que foi de extrema importância para a redução no consumo de HCFCs e CFCs em todo o mundo, inclusive no Brasil, que é um dos signatários desse acordo internacional.

Notas

|1| MMA. Substâncias Destruidoras da Camada de Ozônio. Ministério do Meio Ambiente, [s.d.]. Disponível em: https://antigo.mma.gov.br/clima/protecao-da-camada-de-ozonio/item/581-subst%C3%A2ncias-destruidoras-da-camada-de-oz%C3%B4nio.html.

|2| UNEP. About Montreal Protocol. United Nations Evironmental Program (UNEP), [s.d.]. Disponível em: https://www.unep.org/ozonaction/who-we-are/about-montreal-protocol.

Fontes

EEA. What is the current state of the ozone layer? EEA, [2024]. Disponível em: https://www.eea.europa.eu/en/topics/in-depth/climate-change-mitigation-reducing-emissions/current-state-of-the-ozone-layer.

EPA. Health and Environmental Effects of Ozone Layer Depletion. United States Environmental Protection Agency (EPA), 16 jul. 2024; Disponível em: https://www.epa.gov/ozone-layer-protection/health-and-environmental-effects-ozone-layer-depletion.

ELKINS, James W. Chlorofluorocarbons (CFCs). In: ALEXANDER, David E.; FAIRBRIDGE, Rhodes W. (Ed.) The Chapman & Hall Encyclopedia of Environmental Science. Kluwer Academic, Boston, MA, 1999. Disponível em: https://gml.noaa.gov/hats/publictn/elkins/cfcs.html.

MMA. A camada de ozônio. Ministério do Meio Ambiente, [s.d.]. Disponível em: https://antigo.mma.gov.br/clima/protecao-da-camada-de-ozonio/a-camada-de-ozonio.

NASA. Ozone Hole Continues Healing in 2024. NASA Earth Observatory, 31 out. 2024. Disponível em: https://earthobservatory.nasa.gov/images/153523/ozone-hole-continues-healing-in-2024.

REDAÇÃO. Câncer de pele. Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), [s.d.]. Disponível em: https://www.sbd.org.br/doencas/cancer-da-pele/.

WULKAN, Cláudio. Radiação UV e saúde humana. CPTEC/INPE, [s.d.]. Disponível em: https://satelite.cptec.inpe.br/uv/docs/RUV_Saude_revisado1.pdf.

Escritor do artigo
Escrito por: Paloma Guitarrara Licenciada e bacharel em Geografia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e mestre em Geografia na área de Análise Ambiental e Dinâmica Territorial também pela UNICAMP. Atuo como professora de Geografia e Atualidades e redatora de textos didáticos.

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