Guerra entre Israel e Hamas

A guerra entre Israel e Hamas é um conflito não contínuo que se estende desde 1987, ano quando aconteceu a fundação oficial do Hamas. Esse conflito está inserido dentro das guerras travadas entre palestinos e israelenses pelo domínio territorial da Palestina. As guerras se estendem desde a criação do Estado de Israel, em 1948.

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O Hamas é uma organização nacionalista e islâmica que surgiu na Faixa de Gaza em 1987, no contexto da Primeira Intifada. Essa organização é considerada terrorista por muitas nações, possuindo um braço armado que realiza ataques contra Israel. Desde 2023, a Faixa de Gaza é alvo de uma enorme operação militar israelense que causou grande destruição e a morte de cerca de 70 mil palestinos. Um acordo de cessar-fogo, mediado pelo governo norte-americano, entrou em vigor em outubro de 2025.

Leia também: Guerra entre Israel e Líbano — uma extensão do conflito entre Israel e Hamas

Resumo sobre a guerra entre Israel e Hamas

  • A guerra entre Israel e Hamas é um conflito não contínuo que se estende desde 1987.

  • Esse conflito está inserido na disputa que é travada por palestinos e israelenses.

  • O Hamas surgiu em 1987 como consequência da ocupação israelense de terras palestinas e defende a autodeterminação palestina e a destruição de Israel.

  • Israel, por sua vez, apoiou a criação do Hamas como meio de enfraquecer a luta da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), e hoje é atacado por esse grupo.

  • Em 2023, o Hamas realizou um ataque contra Israel, e uma resposta desproporcional de Israel tem causado a destruição completa da Faixa de Gaza e a morte de cerca de 70 mil palestinos.

  • Em outubro de 2025, o governo norte-americano mediou, forçadamente, um cessar-fogo que entrou em vigor no dia 10, mas que ainda não foi estabelecido integralmente.

Contexto histórico da Guerra entre Israel e Hamas

Os conflitos entre Israel e Hamas são uma série de conflitos que ganharam forma a partir da fundação do Hamas, em 1987, mas que estão relacionados com a criação do Estado de Israel e a Questão Palestina. O surgimento do Hamas se deu com o objetivo de estabelecer uma resistência à presença israelense nas terras palestinas, dando uma nova dimensão a esse embate.

A Questão Palestina remonta ao ano de 1948, quando aconteceu a fundação do Estado de Israel como consequência da divisão das terras da Palestina entre árabes palestinos e os judeus. Essa divisão foi uma consequência do Holocausto, que criou condições políticas para o surgimento de Israel, mas também do sionismo.

O sionismo é um movimento nacionalista que defendia a formação de um Estado judaico na Palestina, dando início a um organizado processo de ocupação dessa região, tomando-a dos árabes palestinos. No final da década de 1940, a Organização das Nações Unidas propôs a divisão das terras palestinas entre palestinos e judeus, medida que foi rejeitada pelos árabes, mas aceita por Israel.

A criação do Estado de Israel se deu logo em seguida, o que mobilizou os árabes (não apenas os palestinos) contra a presença israelita na região. Por isso, uma série de conflitos aconteceu entre israelenses e os árabes:

  • Primeira Guerra Árabe-Israelense, de 1948;

  • Guerra de Suez;

  • Guerra dos Seis Dias;

  • Guerra do Yom Kippur.

O saldo desses conflitos foram progressivas derrotas para as nações árabes, que viram o domínio territorial de Israel aumentar na região. Além disso, milhares de palestinos foram expulsos do território e proibidos de retornar por Israel. Isso é conhecido pelos palestinos como “nakba” traduzido como “tragédia”.

Foi na sequência desse conflito e da luta palestina contra a ocupação de Israel que o Hamas surgiu. O surgimento do Hamas passou pelo fortalecimento de ideologias radicais no interior da comunidade árabe muçulmana na região. A ideia de jihad, guerra santa, passou a ganhar força como forma de se opor a Israel.

O surgimento do Hamas se deu oficialmente em 1987, mas esse movimento foi formando-se progressivamente na Palestina desde a Guerra dos Seis Dias, que ocorreu em 1967. Muitos pesquisadores apontam ainda que o surgimento do Hamas contou com certo apoio do governo de Israel, que encarou no novo movimento uma possibilidade de enfraquecer a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

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Causas da Guerra entre Israel e Hamas

A guerra travada por Israel e Hamas se insere no contexto da luta palestina pela sua autodeterminação e pelo fim da ocupação de Israel de regiões da Cisjordânia. Nesse sentido, a guerra entre as duas partes têm causas semelhantes ao conflito relacionado à Questão Palestina. Entre as causas que justificam esse conflito podemos destacar:

  • Questão territorial: o Hamas se opõe à existência do Estado de Israel, defendendo em seu manifesto a extinção do Estado israelense. Além disso, de maneira imediata, luta para que Israel desocupe a Cisjordânia, encerrando os assentamentos presentes nessa região, para que a ocupação e o cerco à Faixa de Gaza se encerre e para que Jerusalém Oriental seja devolvida aos palestinos.

  • Refugiados: outro ponto importante para o Hamas e para a comunidade árabe palestina é a questão dos refugiados. Estima-se que cerca de 700 mil palestinos foram expulsos da região por Israel em 1948, número que se tornou mais de cinco milhões de pessoas atualmente. O Hamas exige que essa comunidade de refugiados receba o direito de retornar para a Palestina.

  • Autodeterminação palestina: além disso, o conflito entre as duas partes se dá pela questão da autodeterminação palestina e o reconhecimento internacional de um Estado palestino.

  • Hostilidades militares: os dois lados reforçam as hostilidades existentes com os ataques que sofrem um do outro. Israel justifica suas agressões à Faixa de Gaza e Cisjordânia com os ataques sofridos pelo Hamas, e vice-versa.

  • Questões geopolíticas: o Hamas é um grupo apoiado pelo Irã, e esse apoio também serve como justificativa para que o conflito ocorra.

Saiba mais: Afinal, o que é considerado terrorismo?

Quais os objetivos da Guerra entre Israel e Hamas?

Esse conflito travado entre Israel e Hamas é regido por diferentes objetivos buscados por cada um dos lados. Vejamos os objetivos de Israel e de Hamas no conflito:

  • Israel: procura neutralizar ou acabar com o Hamas enquanto grupo militar e como partido político, eliminando sua influência na Faixa de Gaza. A neutralização do Hamas colocaria fim a todas as ações realizadas por eles, como os bombardeios e a construção de túneis que ligam a Faixa de Gaza ao Egito. Por fim, a disputa com o Hamas é utilizada por Israel como argumento para aumentar suas operações militares contra os palestinos, forçando a migração dessa população e sua saída da Faixa de Gaza e Cisjordânia. Também, eventual ocupação total de ambos os territórios por Israel.

  • Hamas: o Hamas, em seu manifesto, busca a destruição do Estado de Israel, mas também busca o estabelecimento de um Estado palestino na região com base no islamismo. Vale mencionar que o Hamas também atua para estabelecer o controle político sobre esse Estado, assim como ocorre na Faixa de Gaza.

Consequências da Guerra entre Israel e Hamas

Destruição na Faixa de Gaza por causa da guerra entre Israel e Hamas.[Imagem_principal]
Desde o início das operações israelenses em 2023, grande parte da Faixa de Gaza foi destruída e mais de 40 mil palestinos foram mortos.[1]
  • Destruição da Faixa de Gaza: o conflito entre Hamas e Israel tem sido usado como justificativa por Israel para realizar ações militares contra o território da Faixa de Gaza, politicamente controlado pelo Hamas. As operações militares de Israel são tidas por muitos pesquisadores como desproporcionais, causando o que muitos definem como genocídio do povo palestino. As operações militares realizadas por Israel a partir de 2023, por exemplo, causaram uma destruição sem precedentes na região.
  • Mortes: a guerra é responsável por um enorme número de mortes. No ataque conduzido pelo Hamas, em outubro de 2023, estima-se que cerca de 1.200 pessoas morreram, grande parte de cidadãos israelenses.|1| E os ataques iniciados em 2023 por Israel em retaliação ao ataque do Hamas, por exemplo, causaram a morte de cerca de 75 mil palestinos, mas um estudo conduzido pela revista The Lancet aponta que esse número pode ser até quatro vezes maior.|2|

  • Crise humanitária: os ataques israelenses na Faixa de Gaza criaram uma crise humanitária enorme na região, fazendo com 90% da população ficasse desalojada. Além disso, essa população desalojada é proibida de fugir da Faixa de Gaza, pois Israel não permite a saída dessa população de Gaza. Além disso, milhares de palestinos têm morrido de fome porque Israel tem dificultado a entrada de ajuda humanitária na região.|3|

  • Genocídio: os ataques promovidos por Israel e a crise humanitária gerada pela falta de alimentos levaram a comunidade internacional a acusar Israel de cometer genocídio na Faixa de Gaza. As acusações foram reforçadas por um relatório da ONU que afirmava que Israel cometeu 4 de 5 atos genocidas contra os palestinos. O relatório foi rechaçado pelas autoridades israelenses.|4|

  • Ataques a Israel: a manutenção do conflito mantém parte da população israelense em estado de alerta por causa de possíveis ataques do Hamas. Os ataques do Hamas a Israel, por sua vez, são bem menos intensos do que os constantes ataques israelenses que ocorrem na Faixa de Gaza.

  • Hostilidades geopolíticas: os ataques promovidos por Israel na Palestina contribuem para aumentar a tensão no mundo árabe e islâmico, ampliando a rivalidade de Israel com esses países, como o Irã, por exemplo. O aumento nessas tensões resultou em ataques de Israel e Estados Unidos contra o Irã, e do Irã contra Israel e contra uma base militar norte-americana no Catar.

Guerra entre Israel e Hamas hoje em dia

O conflito entre Israel e Hamas está em um momento de escalada por causa dos ataques que o Hamas realizou contra Israel em 7 de outubro de 2023. Nessa ocasião, o Hamas lançou milhares de mísseis contra Israel e atacou territórios israelenses em regiões próximas da Faixa de Gaza. Os ataques resultaram na morte de cerca de 1.100 israelenses.

Em resposta a esses ataques, Israel deu início a operações militares que ainda estão em curso e que resultaram na destruição quase completa da Faixa de Gaza e na morte de milhares de pessoas, das quais muitas são crianças. Os ataques israelenses destruíram cerca de dois terços das construções da Faixa de Gaza e matou um número significativo de pessoas, além de forçar o deslocamento de milhões delas.

Além disso, estima-se que cerca de 70 mil toneladas de bombas foram lançadas por Israel sobre Gaza e que grande parte da infraestrutura básica da região, como hospitais, escolas, universidades, instalações de água, rodovias, foi destruída por Israel. Os ataques de Israel contra a Faixa de Gaza foram considerados por muitos membros da comunidade internacional como desproporcionais, e o Estado de Israel tem sofrido acusações de conduzir um genocídio na região.

Os ataques israelenses contra os palestinos na Faixa de Gaza são justificados por Israel como uma retalhação aos ataques do Hamas. Israel, por sua vez, também conduz ataques contra a população palestina da Cisjordânia, local onde não há presença do Hamas. Muitos pesquisadores sugerem que isso ocorre porque Israel usa o Hamas como justificativa para atacar Gaza e colocar esse território ao seu controle, eliminando progressivamente a população palestina.

Os ataques desproporcionais conduzidos por Israel são relacionados à Doutrina Daniyeh, uma doutrina militar criada por Israel em 2006 e que estabelece que os ataques israelenses devem provocar dano máximo aos seus adversários, focando também alvos civis, sob a justificativa de que são bases militares disfarçadas.

Estima-se que as forças israelenses foram responsáveis por promover a destruição de 88% da Faixa de Gaza com os seus intensos bombardeios. Além disso, milhões de pessoas foram forçadas a abandonar suas terras devido ao avanço dos ataques. Pesquisadores apontam que a intenção de Israel é promover uma limpeza étnica, expulsando ou matando os palestinos que habitam aquela região.

Os palestinos, por sua vez, encontram-se encurralados, uma vez que não são aceitos pelos países vizinhos como refugiados. Israel não permite que eles abandonem a Faixa de Gaza e segue atacando a região. Para agravar mais ainda a situação dos palestinos, Israel tem deliberadamente dificultado a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.

Outro relatório da ONU aponta também que Israel tem promovido uma política de fome na Faixa de Gaza com o intuito de acelerar a limpeza étnica na região. Segundo a organização, os carregamentos com comida que são enviados para a Faixa de Gaza são barrados por Israel nas zonas fronteiriças, impedindo a população de ter acesso a esses alimentos.

Estima-se que em agosto de 2025, cerca de 500 mil pessoas estejam passando fome, número que poderia aumentar drasticamente se nada mudasse. Além disso, há diversos relatos de que palestinos têm sido atacados por forças israelenses quando se aproximam dos locais demarcados para distribuição de alimentos em Gaza.

A continuidade dada a esse cenário, em que Gaza é severamente atacada por Israel, fez parte da comunidade internacional condenar o governo de Benjamin Netanyahu. Protestos contra Israel e em defesa da Palestina se espalharam pelo mundo, além disso, diversas nações tomaram a iniciativa de realizar o reconhecimento internacional do Estado Palestino. Entre os países que tomaram essa medida estão Reino Unido e França.

O isolamento internacional do governo de Israel ocorre pela desproporção da força utilizada em Gaza, além da fome provocada de maneira deliberada no local. No caso da acusação de genocídio, Israel realizou 4 de 5 atos considerados genocidas:

  • matar membros de um grupo que está sob proteção (civis);

  • causar danos físicos e mentais deliberados e forçar deslocamentos;

  • impor condições que levem à destruição de um grupo;

  • impor medidas que impeçam nascimentos.|5|

Além de tudo isso, a guerra promovida por Israel contra os palestinos rescaldou também no Irã, potência regional que não tem boa relação com Israel. O governo israelense atacou o Irã sob a alegação de que o programa nuclear iraniano representava uma ameaça à existência israelense. O Irã revidou atacando diversos locais em Israel.

Leia também: Hezbollah — outro opositor ao Estado de Israel

O que é o Hamas?

O Hamas é uma organização nacionalista e islamista que surgiu na Palestina na década de 1980, no contexto da Primeira Intifada, tendo como foco a luta contra Israel. Essa organização possui um braço político, que é responsável por comandar a Faixa de Gaza, e um braço armado, que é utilizado para realizar ações militares contra Israel.

As ações militares realizadas pelo Hamas e o fato de essa organização defender a destruição do Estado de Israel fizeram os Estados Unidos e a União Europeia considerarem o Hamas como uma organização terrorista. Outras nações não entendem o Hamas como uma organização terrorista, mas esse grupo é bastante criticado por governar a Faixa de Gaza de maneira autoritária. 

Fim da guerra entre Israel e Hamas

A continuidade da guerra contra a Palestina e a crise humanitária que atingiu severamente a população palestina afetou a imagem internacional do governo de Israel e mobilizou diversas nações a exigirem o fim das operações militares de Israel na Faixa de Gaza. O isolamento israelense entre a comunidade internacional ficou evidente durante um discurso de Netanyahu na Assembleia Geral da ONU, quando falou para um salão quase vazio.

Benjamin Netanyahu discursando durante a Assembleia Geral da ONU, em texto sobre a Guerra entre Israel e Hamas.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discursa durante a Assembleia Geral da ONU.[2]

Desde o começo de 2025, eram realizadas negociações para estabelecer um cessar-fogo na região. Em janeiro foi estabelecido um cessar-fogo bilateral que previa troca de reféns entre os dois lados — Hamas e Israel. O acordo também previa a retirada das tropas israelenses e a permissão israelense para que ajuda humanitária entrasse em Gaza. O cessar-fogo foi impopular entre a extrema-direita israelense e, em março de 2025, Israel quebrou o acordo e retomou os ataques contra Gaza.

O governo dos Estados Unidos passou a forçar por um novo cessar-fogo no segundo semestre de 2025. Isso fez com que um novo cessar-fogo fosse estabelecido em 10 de outubro de 2025. A primeira parte do acordo estabelecia a troca de reféns, com o Hamas libertando os últimos prisioneiros que tinham em sua posse. As forças israelenses recuaram até determinado ponto, ainda dentro da Faixa de Gaza.

O acordo ainda prevê que a região da Faixa de Gaza seja desmilitarizada e que um governo palestino, formado por tecnocratas locais, seja formado. Também estabeleceu que o Hamas não deverá ter nenhum tipo de influência na Faixa de Gaza. Entretanto, mesmo com o acordo, a situação continua delicada, uma vez que observadores internacionais apontaram que Israel ainda dificulta a entrada de ajuda humanitária. Além disso, há relatos de ataque israelenses em Gaza foram registrados mesmo após o cessar-fogo.

O acordo é considerado frágil, principalmente, pela intenção israelense de não encerrar com suas ações contra Gaza. Por outro lado, muitos apontam que o Hamas pode resistir a cumprir a totalidade dos acordos, principalmente, por uma possível não aceitação da desmilitarização da região e da entrega do governo local para a Autoridade Palestina. Observadores internacionais apontam que apesar do cessar-fogo de outubro de 2025, a paz na região não é uma possibilidade tão óbvia assim.

Notas

|1| IBRAHIM, Soha. Os números da guerra em Gaza que completa 6 meses. BBC. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clwe05xqjxno

|2| NEVES, Raíssa; FARINELLI, Victor. Israel matou entre 66 e 300 mil palestinos em dois anos de genocídio. Opera Mundi. São Paulo, 7 out. 2025. Disponível em: https://operamundi.uol.com.br/guerra-israel-x-palestina/entre-66-mil-e-300-mil-vitimas-quantos-palestinos-israel-matou-em-dois-anos/

|3| HUMAN RIGHTS WATCH. Israel: Fome Utilizada como Arma de Guerra em Gaza. Disponível em: https://www.hrw.org/pt/news/2023/12/18/israel-starvation-used-weapon-war-gaza

|4| e |5| GRITTEN, David. Israel cometeu genocídio em Gaza, diz comissão de inquérito da ONU. BBC News Brasil, 16 set. 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/crrj7kypl2vo

Créditos da imagem:

[1] Anas-Mohammed / Shutterstock

[2] noamgalai/ Shutterstock

Fontes

CAMARGO, Cláudio. Guerras Árabe-israelenses. In.: MAGNOLI, Demétrio (org.). História das Guerras. São Paulo: Contexto, 2013.

FERREIRA, Luiz Cláudio. Israel, Hamas, Palestina: entenda a guerra no Oriente Médio. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-10/israel-hamas-palestina-entenda-guerra-no-oriente-medio

GRITTEN, David. Israel cometeu genocídio em Gaza, diz comissão de inquérito da ONU. BBC News Brasil, 16 set. 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/crrj7kypl2vo

GUIMARÃES, Maria João. O que é uma Intifada? Disponível em: https://www.publico.pt/2017/12/08/mundo/perguntaserespostas/o-que-e-uma-intifada-1795255

IBRAHIM, Soha. Os números da guerra em Gaza que completa 6 meses. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clwe05xqjxno

JANJEVIC, Darko. O que são as intifadas? Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/o-que-s%C3%A3o-as-intifadas/a-41715345

NEVES, Raíssa; FARINELLI, Victor. Israel matou entre 66 e 300 mil palestinos em dois anos de genocídio. Opera Mundi. São Paulo, 7 out. 2025. Disponível em: https://operamundi.uol.com.br/guerra-israel-x-palestina/entre-66-mil-e-300-mil-vitimas-quantos-palestinos-israel-matou-em-dois-anos/

OMER, Mohammed. Em estado de choque: sobrevivendo em Gaza sob ataque israelense. São Paulo: Autonomia Literária, 2017.

REDAÇÃO. Estudo publicado na “Lancet” estima que 186 mil morreram em Gaza. Disponível em: https://www.poder360.com.br/internacional/estudo-estima-que-186-mil-palestinos-morreram-na-faixa-de-gaza

REDAÇÃO. Horror em números: genocídio de Israel na Faixa de Gaza completa um ano. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2024/10/07/horror-em-numeros-genocidio-de-israel-na-faixa-de-gaza-completa-um-ano

REDAÇÃO. Israel: fome utilizada como arma de guerra em Gaza. Human Rights Watch. New York, NY (EUA), 18 dez. 2023. Disponível em: https://www.hrw.org/pt/news/2023/12/18/israel-starvation-used-weapon-war-gaza  

Escritor do artigo
Escrito por: Daniel Neves Silva Formado em História pela Universidade Estadual de Goiás (UEG) e especialista em História e Narrativas Audiovisuais pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Atua como professor de História desde 2010.

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