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Criação do Estado de Israel

A criação do Estado de Israel aconteceu em 1948, como resultado de um longo processo que se iniciou no século XIX e ainda é a causa de conflitos na região da Palestina.
Leitura da declaração de independência na cerimônia de criação do Estado de Israel.
Cerimônia de criação do Estado de Israel. Ao fundo, a imagem do sionista Theodor Herzl.[1]

A criação do Estado de Israel ocorreu no dia 14 de maio de 1948. Nesse dia se encerrou o Mandato Britânico na Palestina, e as tropas inglesas abandonaram a região. No momento da fundação árabes palestinos e judeus já se enfrentavam em um conflito armado.

No dia seguinte à declaração de independência, uma coalisão de diversos país árabes atacou Israel, e a coalisão árabe foi derrotada no conflito. Com a vitória, Israel ocupou territórios considerados palestinos pela Resolução 181 da ONU. Expulsou centenas de milhares de palestinos das regiões conquistadas, dando origem à crise dos refugiados palestinos, um dos principais problemas da região na atualidade.

Desde a fundação do Estado de Israel o país participou de diversas guerras, como a Guerra de Independência, Guerra de Suez, Guerra dos Seis Dias e do Yom Kippur. Também enfrentou duas intifadas palestinas e os ataques terroristas do Hamas em 2023.

Leia também: Guerra do Yom Kipur — conflito entre árabes e israelenses pelas terras próximas ao Canal de Suez

Resumo sobre a criação do Estado de Israel

  • A criação do Estado de Israel ocorreu oficialmente em 14 de maio de 1948. Nesse dia as últimas tropas britânicas deixaram a Palestina.
  • O sionismo é um movimento que defendia o retorno dos judeus para a Terra Santa, hoje Israel.
  • Desde o século XIX grupos de judeus passaram a imigrar para a Palestina, geralmente comprando terras de proprietários árabes.
  • Os kibutz, fazendas coletivas, foram a principal forma de povoamento judeu na região nesse período.
  • Na década de 1930 surgiram grupos terroristas judeus e muçulmanos que passaram a atuar na Palestina e no mundo.
  • Em 1947 a ONU aprovou um plano de partilha da Palestina entre árabes e judeus. O plano foi recusado pelos países árabes.
  • A Guerra Árabe-Israelense de 1948 se iniciou no dia seguinte à fundação de Israel. Israel venceu em janeiro de 1949.
  • A construção de assentamentos judaicos em áreas palestinas é uma estratégia de conquista utilizada por Israel há décadas.
  • O Estado de Israel gasta grande parte do seu PIB nas suas forças armadas. Além disso, o país recebe apoio de países ocidentais, sobretudo dos Estados Unidos.
  • Em 2023 a frágil paz entre judeus e palestinos foi mais uma vez quebrada com os ataques terroristas praticados pelo Hamas em 7 de outubro.

Videoaula sobre a criação do Estado de Israel

Contexto histórico da criação do Estado de Israel

No primeiro século da nossa era os judeus foram expulsos na região da Palestina, esse fato é conhecido como Diáspora Judaica. Na verdade, a diáspora foi um longo processo que durou séculos. Após a diáspora os judeus passaram a viver em diversos países e, durante séculos, foram considerados uma nação sem um Estado. No século VII, com a origem do islamismo, a maior parte dos habitantes da Palestina passaram a adotar gradativamente essa religião.

No final do século XIX, a Palestina era dominada pelo Império Turco-Otomano e fazia parte da Grande Síria. Nessa época cerca de 5% dos habitantes da Palestina eram judeus. Em 1882 ocorreu a primeira grande Aliá, migração em massa de judeus para a Palestina. A maioria dos que imigraram para a Palestina nessa época eram judeus russos, que sofriam perseguições em seu país de origem.

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→ Palestinos e judeus no contexto das duas grandes guerras

Uma nova Aliá se iniciou em 1914. Durante a Primeira Guerra Mundial a Inglaterra estimulou grupos muçulmanos e judeus da Palestina a lutar contra o Império Turco-Otomano, com o objetivo de enfraquecer seu inimigo.

Ainda durante a Primeira Guerra os ingleses se comprometeram a reconhecer um Estado árabe na região do Levante, e os árabes se levantaram contra o domínio otomano. A comunicação ocorreu entre membros do governo inglês e o emir de Meca, através da troca de diversas cartas, conhecidas como Correspondências Hussein-McMahon.

Durante a guerra os britânicos também se comprometeram a apoiar a criação de um Estado judaico na Palestina, através da Declaração de Balfour, de 1917. Após o fim da guerra e da derrota otomana, os ingleses não cumpriram os acordos e, junto com os franceses, passaram a controlar a região do Levante. Árabes e judeus se sentiram traídos pelos ingleses. Em 1920 se iniciou o Mandato Britânico na Palestina, sendo que a Inglaterra governou a Palestina até 14 de maio de 1948.

Durante a Segunda Guerra Mundial, seis milhões de judeus foram mortos nas câmaras de gás dos campos de extermínio nazistas. Após o conflito, o fato foi noticiado e chocou o mundo. O clamor popular pela criação de um Estado judaico ganhou força em diversas partes do mundo. É nesse contexto que foi fundado o Estado de Israel.

Veja também: Solução Final — plano nazista para exterminar os judeus da Europa

O que é sionismo?

O sionismo é um movimento político que defendia a criação de um Estado judeu e a migração de todos os judeus para esse Estado. Esse movimento surgiu na segunda metade do século XIX entre judeus da Europa Central e Oriental. Nessas regiões os judeus sofriam perseguições e pogroms.

Sião é um antigo monte em Jerusalém no qual Davi teria construído o primeiro templo dos judeus. O relevo de Jerusalém foi modificado diversas vezes na história. Na atualidade, o Monte Sião se encontra próximo da Muralha de Jerusalém. Com o tempo, a região de Jerusalém inteira passou a ser genericamente chamada de Sião. Foi por isso que o movimento ganhou o nome de sionismo, uma vez que ele defendia o retorno dos judeus para Sião.

Em 1895, Theodor Herzl, um jornalista judeu da Áustria-Hungria, publicou seu livro “O Estado judeu: Uma solução moderna para a questão judaica”, publicação considerada a base teórica do sionismo. Herzl argumentou que a violência que os judeus sofriam era uma questão nacional, não uma questão religiosa. Somente a construção de um Estado judeu acabaria com a violência sofrida.

O sionismo faz parte de um movimento mais amplo que atingiu o mundo ocidental no século XIX, o nacionalismo e os movimentos que buscavam criar Estados-nação. No período ganhou força o pan-eslavismo, o pangermanismo e o sionismo, que pode ser considerado um “pan-judaísmo”.

→ Influência do sionismo na criação do Estado de Israel

Em agosto de 1897 ocorreu o Primeiro Congresso Sionista, em Basileia, na Suíça. Durante o congresso, do qual participaram cerca de 200 pessoas, foi discutido o local da criação do Estado judeu. Argentina, Rússia, Chipre e diversos outros locais foram propostos, mas a maioria dos presentes defendiam que o Estado deveria ser construído na Palestina, que seria para eles a terra prometida por Deus.

Após o sionismo se institucionalizar, a migração de judeus para a Palestina cresceu consideravelmente. A maioria dos judeus que chegavam à Palestina viviam em kibutz, comunidades agrícolas. Muitas das terras compradas na região foram financiadas por associações judaicas ou por ricos judeus da Europa e dos Estados Unidos, como o barão de Edmond Rothschild.

Em 1903 ocorreu o pogrom de Kishinev, no Império Russo, em que dezenas de judeus foram mortos após um boato de que eles haviam assassinado uma criança durante um libelo de sangue, crença antissemita de que os judeus bebiam sangue de crianças cristãs. Milhares de judeus russos migraram para a Palestina após o pogrom. Dois anos depois, um novo pogrom ocorreu na mesma cidade e mais judeus deixaram a Rússia.

Mas foi a partir de 1933 que a imigração judaica para a Palestina ganhou força. Nesse ano Adolf Hitler foi eleito chanceler na Alemanha, e a violência contra os judeus se agravou em quase toda a Europa. Um grande número de judeus da Alemanha e da Europa Oriental deixaram seus países, muitos deles imigraram para a Palestina.

Como ocorreu a criação do Estado de Israel?

Durante o Mandato Britânico na Palestina grupos árabes e judeus passaram a criticar o domínio inglês na região. Em 1936 se iniciou uma revolta árabe contra o domínio britânico na região e contra a crescente imigração de judeus para a Palestina. Nessa época a população judaica era de cerca de 200 mil pessoas, cerca de 10% da população total da Palestina.

Em 1937 a revolta que até então era pacífica se tornou um conflito armado, que só se encerrou em 1939, após negociações entre britânicos e árabes. Uma das consequências desse conflito foi o Livro Branco, documento assinado pelo primeiro-ministro inglês Neville Chamberlain. No documento o Reino Unido se comprometia a diminuir o fluxo de imigrantes judeus para a Palestina e a não permitir que o número de judeus na Palestina passasse de um terço da população árabe. O Livro Branco ainda dificultava a compra de terras árabes pelos judeus.

Grupos judeus também passaram a lutar contra o domínio inglês na região e pela fundação de Israel, principalmente depois do Livro Branco. Entre esses grupos ganhou destaque o Irgun, “Organização Militar Nacional na Terra de Israel”, grupo que promoveu diversos atentados contra autoridades inglesas.

O grupo também praticou atentados à bomba, sendo o pior deles o Atentado do Hotel Rei Davi, onde mais de 90 pessoas perderam a vida após a detonação de uma bomba pelo grupo. Outro grupo armado judeu formado no período foi Lehi, Lutadores pela Liberdade de Israel. Esse grupo também atacou diversas autoridades britânicas, além de promover atentados fora da Palestina, como na Inglaterra, Itália, Egito e outros países.

→ Plano da ONU de partilha da Palestina

Em 29 novembro de 1947 a ONU aprovou a Resolução 181, relacionada à partilha da região da Palestina entre árabes (palestinos) e judeus. A sessão que aprovou a resolução foi presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha. A proposta deixou cerca de 53% do território para os judeus e 47% para os palestinos. A cidade de Jerusalém seria administrada internacionalmente.

Plano de partilha da ONU, de 1947, antes da criação do Estado de Israel.
Plano de partilha da ONU, de 1947. Jerusalém seria administrada pela ONU.[2]

Os países árabes foram contra a proposta e, no dia seguinte à aprovação da Resolução 181, a Guerra Civil do Mandato da Palestina eclodiu. Árabes palestinos e judeus passaram a lutar pela posse da região e para terem seus Estados reconhecidos. Os judeus tiveram superioridade em grande parte do conflito, conquistando diversos territórios e provocando a migração de cerca de 100 mil palestinos.

→ Fundação do Estado de Israel

O Mandato Britânico na Palestina se encerrou em 14 de maio de 1948, quando os últimos soldados ingleses deixaram a região. No mesmo dia as autoridades judaicas anunciaram a fundação do Estado de Israel, o que irritou os países árabes vizinhos. Estados Unidos e União Soviética reconheceram imediatamente Israel como um Estado independente.

Consequências da criação do Estado de Israel

Homem em meio à destruição em Gaza, em texto sobre a criação do Estado de Israel.
A crise dos refugiados palestinos é uma consequência da criação do Estado de Israel.[3]

A primeira consequência foi o agravamento da violência na região da Terra Santa, que, com breve período de trégua, dura até hoje. Um dia após a fundação do Estado de Israel uma coalizão árabe formada por Egito, Iraque, Síria, Jordânia, Líbano e Arábia Saudita atacou Israel, dando início à Primeira Guerra Árabe-Israelense, a primeira de muitas que ocorreram envolvendo judeus e muçulmanos.

Outra consequência da fundação de Israel e das guerras posteriores foi a crise dos refugiados palestinos. As tropas israelenses conquistaram diversos territórios no conflito de 1948-1949, cerca de dois terços do território destinado aos palestinos pelo plano de partilha da ONU de 1947. Tropas egípcias dominavam a Faixa de Gaza e tropas jordanianas ocupavam parte da Cisjordânia no fim da guerra.

Quase 800 mil palestinos se tornaram refugiados durante o conflito, migrando para campos de refugiados. Segundo a ONU, existe atualmente cerca de 5,7 milhões de refugiados palestinos vivendo em acampamentos localizados na Síria, Egito e Jordânia. A maior parte desses refugiados são crianças. Somente nos três primeiros dias de ataques de Israel à Faixa de Gaza, em 2023, mais 120 mil palestinos deixaram a região e se tornaram refugiados de guerra.

Mapa da Palestina e de Israel em 2020, em texto sobre a criação do Estado de Israel.
Palestina e Israel em 2020.

Os israelitas chamam a guerra de 1948 de Guerra de Independência, pois foi através dela que Israel se estabeleceu como um país no Oriente Médio. Para os palestinos o conflito é chamado de Al Nakba, “a catástrofe”, pois consideram que ele marcou o início da perda das terras palestinas e o processo de extermínio desse povo.

Saiba mais: Muro de Israel — por que foi construído, consequências da segregação

Conflitos entre Israel e Palestina

Após a Guerra Árabe-Israelense de 1948 os refugiados palestinos não foram autorizados a retornar para seus antigos lares. Nos países árabes, como Arábia Saudita e Irã, centenas de milhares de judeus foram expulsos, a maior parte deles migrou para os Estados Unidos e para Israel. Parte desses novos imigrantes foram estrategicamente alocados por Israel em áreas consideradas palestinas pela Resolução 181 da ONU.

→ Guerra dos Seis Dias

Em 1967, alegando um iminente ataque de uma coalizão árabe, Israel atacou o Egito, Síria, Jordânia e Iraque, destruindo a maior parte da força aérea desses países em poucas horas e conquistando a vitória em apenas seis dias, daí o nome do conflito, Guerra dos Seis Dias.

Com a vitória, Israel passou a controlar a Faixa de Gaza, a Península do Sinai e Jerusalém Oriental, local onde se localizam o Monte do Templo, Muro das Lamentações, Igreja do Santo Sepulcro, Domo da Rocha e a Mesquita de Al Aqsa, região e locais mais disputados por muçulmanos, cristãos e judeus. Saiba mais sobre essa guerra clicando aqui.

→ Grupos terroristas

Em 1967, foi criado o primeiro grupo armado palestino, a Organização para Libertação da Palestina, OLP. O grupo defendia que somente a luta armada acabaria com Israel e libertaria o povo palestino. No fim da década de 1960 diversos outros grupos terroristas palestinos surgiram, muitos deles passaram a praticar atentados contra judeus e instituições judaicas em diversas partes do mundo.

Funeral dos atletas mortos nas Olimpíadas de Munique, em texto sobre criação do Estado de Israel.
Funeral dos dez atletas israelenses mortos por terroristas em Munique, em 1972.[4]

Em 1972, palestinos de um grupo terrorista sequestraram a delegação de Israel que participava das Olimpíadas de Munique. O sequestro foi transmitido ao vivo para todo o mundo e paralisou momentaneamente os jogos. O sequestro teve um trágico fim quando, em uma tentativa de resgate feita pela polícia alemã, todos os reféns judeus acabaram mortos pelos terroristas.

→ Assentamentos judaicos em terras palestinas

Uma estratégia de conquista de território utilizada por Israel desde a sua fundação foi o de criar assentamentos judaicos em zonas palestinas, principalmente na Cisjordânia. Cerca de 700 mil judeus vivem atualmente na Cisjordânia e na Jerusalém Oriental, a maior parte deles em assentamentos. Alguns assentamentos cresceram e hoje são cidades com mais de 30 mil habitantes.

Na década de 1990 os homens-bombas palestinos se tornaram personalidades famosas no mundo inteiro. Durante essa década, e início dos anos 2000, centenas de homens-bombas árabes se explodiram na Palestina e em Israel, provocando milhares de mortes, principalmente de judeus.

→ Tentativas de acordos entre judeus e palestinos

Nas décadas de conflito ocorreram algumas tentativas de aproximação entre palestinos e israelenses, resultando em alguns acordos. O principal deles foi o Acordo de Oslo, assinado em 1993 pelo representante da Autoridade Palestina, Yasser Arafat, e o representante do Estado de Israel, Yitzhak Rabin.

O acordo foi intermediado pelo presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton. O acordo previa o fim dos ataques entre os grupos e o reconhecimento da autoridades políticas dos dois lados. Mas o acordo nunca foi totalmente cumprido.

Em de janeiro de 1994, Baruch Goldstein, judeu extremista que pertencia a um grupo contrário aos acordos com os palestinos, entrou na Mesquita de Ibrahim e abriu fogo contra centenas de muçulmanos que rezavam no Túmulo dos Patriarcas. Mais de 30 pessoas morreram no ataque e mais de uma centena ficou ferida.

Em novembro de 1995, Yitzhak Rabin foi assassinado por outro extremista judeu. No mesmo período grupos muçulmanos iniciaram ataques contra Israel, inclusive utilizando homens-bombas.

→ Ataque do Hamas contra Israel em 2023

No dia 7 de outubro de 2023 mais um conflito se iniciou entre Palestinos e Israel. No alvorecer desse dia, milhares de militantes do Hamas partiram da Faixa de Gaza e furaram as defesas de Israel, penetrando em solo israelita e praticando o maior atentado terrorista da história da região.

Aproximadamente 5 mil foguetes foram lançados sobre o Estado judeu. Durante esse dia centenas de judeus, entre eles mulheres e crianças, foram mortos por membros do Hamas, a maioria deles desarmados e executados sumariamente. Mais de uma centena de israelitas foram feitos reféns e levados para Gaza.

No mesmo dia Israel iniciou ataques aéreos à Faixa de Gaza, tática que causa muitas mortes de civis. Também iniciou um cerco à região, cortando a água, sinais de telefonia, energia elétrica na Faixa de Gaza. Na região vivem mais de 2 milhões de pessoas. Para saber mais sobre os conflitos entre Israel e Palestina, clique aqui.

Créditos das imagens

[1] Wikimedia Commons

[2] Wikimedia Commons

[3] Ryan Rodrick Beiler/ Shutterstock

[4] Assessoria de Imprensa do Governo (Israel)/ Wikimedia Commons

Fontes

GILBERT, Martin. História de Israel. Edições 70, São Paulo, 2015.

TELES, Gustavo. A paz eterna entre judeus e árabes na Terra: Segunda Guerra Mundial (Volume 1). Autografia Editora, Rio de Janeiro, 2021.

ZUCCHI, Luciano Kneip. Sangue entre irmãos: a gênese dos conflitos entre judeus e árabes. Amazon Digital Books. 2021.

Publicado por Jair Messias Ferreira Junior

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