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Causas da Primeira Guerra Mundial

Diversas foram as causas que levaram à Primeira Guerra Mundial, entre elas o imperialismo, a política de alianças, a corrida armamentista e o revanchismo francês.
O arquiduque austro-húngaro e sua esposa minutos antes do atentado que os matou e deu início à Primeira Guerra Mundial. [1]
O arquiduque austro-húngaro e sua esposa minutos antes do atentado que os matou e deu início à Primeira Guerra Mundial. [1]

As causas da Primeira Guerra Mundial são o imperialismo, a política de alianças, a corrida armamentista, o nacionalismo e o revanchismo francês.

Entre 1871 e 1914 a Europa passou por um período de relativa paz e grande desenvolvimento tecnológico, econômico e cultural. Mas a paz era aparente, e o grande desenvolvimento industrial do período fez os países europeus buscarem colônias fora de seus territórios para obter mais recursos. Essa busca levou os grandes impérios a entrarem em choque e iniciarem a guerra.

A Europa era considera um barril de pólvora em 1914. Em junho desse ano o herdeiro do trono da Áustria-Hungria foi assassinado em Sarajevo, e um conjunto de acontecimentos foram desencadeados e levaram os países europeus a iniciar a Primeira Guerra Mundial.

Leia também: Batalha do Somme — um dos mais sangrentos conflitos da 1ª Guerra Mundial

Resumo sobre as causas da Primeira Guerra Mundial

  • O período anterior à Primeira Guerra é conhecido como Bela Época.
  • O imperialismo é o principal motivo causador da Primeira Guerra Mundial.
  • Outros motivos são responsáveis pela Primeira Guerra Mundial, como o revanchismo francês, a política de alianças, a corrida armamentista e o forte nacionalismo do período.
  • O chamado Atentado de Sarajevo é considerado o acontecimento responsável direto pelo início da guerra.

Antecedentes históricos da Primeira Guerra Mundial

O período anterior à Primeira Guerra Mundial é marcado pela contradição. De um lado foi um período de relativa paz, desenvolvimento econômico, social e tecnológico, e de outro um momento de corrida armamentista, de militarização da sociedade, de alianças militares entre as maiores nações e de competição entre elas, sobretudo por colônias. A Guerra Franco-Prussiana, que se encerrou em 1871, foi o último grande conflito na Europa antes da Primeira Guerra.

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O período entre 1871 e 1914 é conhecido como Bela Época, Belle Époque em francês. Nesse período a Europa passava pela segunda fase da Revolução Industrial, em que o gerador elétrico e o motor à combustão interna foram desenvolvidos. Esses inventos deram origem a diversos outros, como a lâmpada elétrica, o motor elétrico, o automóvel, o avião, o telégrafo, o telefone, entre diversos outros que revolucionaram a vida humana.

As fábricas aumentaram drasticamente sua capacidade de produção, e os mercados consumidores se expandiram, assim como o sistema financeiro. A expansão econômica possibilitou uma expansão na cultura do período, e os teatros, óperas, cinemas, cafés, livrarias e outros espaços de cultura aumentaram bastante na Europa e nos Estados Unidos. A lâmpada elétrica mudou a vida noturna nos grandes centros urbanos.

Em 1900, uma rede de cabos oceânicos ligava quase todos os continentes, e a informação viajava pelo globo quase que em tempo real pela primeira vez. É nesse contexto de desenvolvimento e esperança no futuro que a Primeira Guerra Mundial iniciou.

Principais causas da Primeira Guerra Mundial

MG-08, metralhadora alemã utilizada na Primeira Guerra Mundial.
MG-08, metralhadora alemã utilizada na Primeira Guerra Mundial. Esse e outros armamentos aumentaram drasticamente o número de mortos nas batalhas.

1. Imperialismo

Se por um lado a segunda fase da Revolução Industrial melhorou a vida humana, tornando as distâncias menores e a vida mais confortável, por outro ela causou a necessidade de os países obterem mais matérias-primas para suas fábricas, assim como fontes de energia, mercado consumidor e mais trabalhadores. Isso levou muitos países a buscar esses recursos fora de seus territórios, em colônias que ficavam principalmente na África e na Ásia nesse período. Esse processo de expansão territorial de uma nação através de ações militares ou acordos políticos sobre outras nações é chamado de imperialismo.

No início as potências europeias imperialistas estabeleceram acordos e muitas vezes cooperaram umas com as outras na conquista de outros povos, como no caso da China, mas com o passar do tempo a expansão territorial na África e Ásia levou os países europeus a entrar em choque. Podemos considerar o imperialismo a principal causa da Primeira Guerra Mundial.

A Alemanha foi unificada apenas em 1871 e buscou colônias tardiamente, em relação à França e a Inglaterra. Com o passar do tempo os alemães reivindicaram mais territórios.

Diversos foram os atritos por colônias no período anterior à guerra. A “Questão Marroquina” foi uma delas.

A região do atual Marrocos foi disputada por Alemanha, França e Inglaterra, e a Convenção de Madri de 1880 estabeleceu que as três nações poderiam comercializar livremente no Marrocos. A França conseguiu ter maior influência na região, e em 1904 a Inglaterra reconheceu a autoridade da França no Marrocos. Em troca, a França reconheceu a autoridade inglesa no Egito.

Descontente com a situação, a Alemanha enviou tropas para o Marrocos em 1905. O atrito terminou em 1912, quando a Alemanha ganhou territórios na região do Congo e reconheceu a autoridade francesa no Marrocos.

Construir uma ferrovia ligando a Cidade do Cabo, na África do Sul, até o Cairo, no Egito, era uma ambição inglesa, mas isso não era possível porque a Alemanha tinha territórios na atual Tanzânia, que cortava as colônias inglesas. Essa também era uma fonte de atrito entre ingleses e alemães.

Mapa das colônias europeias na África antes do início da Primeira Guerra Mundial. [2]
Mapa das colônias europeias na África antes do início da Primeira Guerra Mundial. [2]

2. Corrida armamentista

Outro fator que levou o mundo à guerra foi a corrida armamentista. Muitos autores chamam o período da Bela Época de “paz armada”, por ser um período sem guerras, mas no qual os países aumentaram suas tropas, a produção de armas e de munições. Também foi um período em que os inventos da segunda fase da Revolução Industrial foram adaptados e testados para o uso em combate. Foi dessa forma que as armas químicas foram desenvolvidas no período, e automóveis e aviões foram adaptados para o uso militar.

3. Revanchismo francês

Em 1871, com a derrota na Guerra Franco-Prussiana, a França perdeu a região da Alsácia-Lorena para os alemães. Para a maior parte dos franceses retomar essa região era uma questão de honra. Esse fato exacerbou o nacionalismo francês e o sentimento contra os alemães no período anterior ao conflito mundial. Os historiadores chamam esse sentimento de revanchismo francês.

4. Política de alianças

A política de alianças foi outro fenômeno que levou a Europa à guerra em 1914.

  • Em 1879: a Alemanha e a Áustria-Hungria assinaram uma aliança defensiva, ou seja, caso um dos países fosse atacado, os dois defenderiam esse país.
  • Em 1882: a Alemanha, a Áustria-Hungria e a Itália assinaram o Tratado da Tríplice Aliança.
  • Em 1894: a Rússia e a França também assinaram um acordo, chamado de Aliança Franco-Russa.
  • Em 1904: a França e a Inglaterra assinaram uma aliança chamada de Entente Cordiale.
  • Em 1907: britânicos e russos assinaram a Convenção Anglo-Russa.

Dessa forma, dois poderosos blocos militares se formaram antes da guerra: as Potências Centrais e a Entente. Em 1914 o Império Turco-Otomano se aliou à Alemanha, e a Itália, após o início do conflito, trocou de lado, lutando na guerra aliada aos países da Entente.

Leia também: Guerra de Trincheiras — a fase mais sangrenta da Primeira Guerra Mundial

Qual foi o estopim da Primeira Guerra Mundial?

Com a disputa por territórios, o nacionalismo exacerbado, o revanchismo francês, a política de alianças e a corrida armamentista, a Europa era um enorme “barril de pólvora”. O estopim que detonou esse barril foi o Atentado de Sarajevo.

Em 28 de junho de 1914, o herdeiro do trono Austro-Húngaro, Francisco Ferdinando, e sua esposa, Sofia, foram assassinados por um nacionalista sérvio. O fato fez com que a Áustria-Hungria fizesse diversas exigências para a Sérvia, que recusou algumas delas. A Áustria-Hungria declarou guerra à Sérvia, o que fez com que a Rússia, aliada da Sérvia, entrasse no conflito. Na sequência a Alemanha entrou na guerra, seguida pela Inglaterra e por diversos outros países. Assim se iniciou a Primeira Guerra Mundial.

Curiosidades sobre a Primeira Guerra Mundial

  • Trégua de Natal de 1914: foi um dos acontecimentos mais curiosos da Primeira Guerra Mundial. Na noite da véspera de Natal, soldados britânicos e alemães que estavam nas trincheiras na Bélgica comemoravam a data em suas trincheiras, e em pouco tempo alguns soldados andavam desarmados na terra de ninguém, passando a interagir soldados alemães com soldados britânicos. Na manhã de Natal uma partida de futebol foi disputada com jogadores dos dois países, e no final do dia todos estavam em suas trincheiras novamente, prontos para voltar a matar o inimigo. Para saber mais sobre essa trégua, clique aqui.
Obra do escultor Andrew Edwards em Liverpool sobre a Trégua de Natal durante a Primeira Guerra. [3]
Obra do escultor Andrew Edwards em Liverpool sobre a Trégua de Natal durante a Primeira Guerra. [3]
  • Mudanças na moda: até mesmo na moda a Primeira Guerra Mundial provocou mudanças. Antes da guerra era comum os homens usarem grandes barbas e bigodes. Durante o combate foram utilizadas armas químicas, e, para evitar a contaminação dos soldados, foram desenvolvidas máscaras antigás. Mas as barbas e grandes bigodes tornavam as máscaras ineficazes, o que fez com que os soldados se barbeassem. Quem lucrou com isso foi o norte-americano King Camp Gilette, que vendeu milhões de aparelhos e lâminas de barbear para o exército dos Estados Unidos. Cada soldado recebia um kit composto por aparelho e lâminas de barbear. Após o retorno desses soldados para casa, muitas pessoas gostaram do novo visual, e o hábito de se barbear passou a ser comum para a maioria dos homens.
Kit da Gilette recebido por cada soldado dos Estados Unidos na Primeira Guerra.
Kit da Gillette recebido por cada soldado dos Estados Unidos na Primeira Guerra. Ele continha um aparelho de barbear e cinco lâminas novas. [4]
  • Mulheres chegaram ao mercado de trabalho: a guerra foi uma guerra total, de modo que toda a indústria dos países envolvidos no conflito era utilizada para a guerra. Boa parte dos homens foi para os campos de batalha, e as mulheres ocuparam os lugares dos homens nos três setores da economia. Após o fim da guerra, muitas mulheres passaram a exigir direitos iguais aos dos homens, principalmente o direito ao voto. Muitas mulheres que trabalhavam na produção de explosivos desenvolveram icterícia tóxica, o que deixava suas peles amareladas, elas ganharam o apelido de “mulheres-canário”.
  • Mulheres ganharam destaque nos campos de futebol: durante a guerra, o campeonato inglês foi suspenso por falta de jogadores. Foi nesse momento que mulheres que trabalhavam em fábricas, sobretudo em fábricas de munições, organizaram times de futebol e disputaram partidas contra jogadoras de outras fábricas, o que ficou conhecido na Inglaterra como “football munitionettes”. Os jogos atraíam grande público, e muitos deles arrecadaram fundos para o esforço de guerra britânico. Em 1917, um combinado de jogadoras inglesas disputou contra um combinado de irlandesas em uma partida que atraiu um público de mais de 20 mil pessoas.
  • Batalhões para pessoas de baixa estatura: na Primeira Guerra foram criados batalhões para pessoas de baixa estatura, os chamados “batalhões bantam”. O exército inglês proibia o alistamento de pessoas abaixo de 160 centímetros, mas, no decorrer do conflito, criou batalhões específicos para homens baixos e fortes. Os “batalhões bantam” desenvolveram diversas atividades especializadas, a principal delas era a de escavar túneis sob a terra de ninguém.
  • Pior desastre ferroviário da Grã-Bretanha: ocorreu em 22 de maio de 1915. Um trem de cargas estava parado nos trilhos que iam para Liverpool e foi atingido por um trem que transportava soldados. O descarrilamento deixou alguns vagões no trilho do outro sentido, que foram atingidos por um trem de passageiros. O acidente deixou 200 pessoas mortas.
  • Túmulos dos soldados desconhecidos: nas lápides dos túmulos de soldados desconhecidos do Reino Unido é comum aparecer a frase “Um soldado da Grande Guerra conhecido por Deus”. Ela foi escrita pelo escritor Rudyard Kipling, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura. Ele e outras pessoas de destaque foram contratadas pelo governo inglês para pensar frases para os soldados desconhecidos, em uma forma de mostrar como o Estado inglês se preocupava com seus combatentes. Por ironia do destino o filho de Kipling morreu na Batalha de Loos, em 1915, e seu corpo jamais foi identificado. Seu filho se tornou, em suas próprias palavras, “Um soldado da Grande Guerra conhecido por Deus”.
  • Cher Ami, pombo correio que ganhou medalhas por bravura: um batalhão dos Estados Unidos estava em um vilarejo francês, cercado por alemães e sendo bombardeado pela própria artilharia, que acreditava que o vilarejo ainda estava nas mãos dos alemães. Os soldados cercados liberaram o pombo Cher Ami, que foi avistado pelos alemães e alvejado por eles. Mesmo assim o pombo conseguiu voar até o quartel onde estava a artilharia com o recado dos soldados cercados. O pombo conseguiu salvar a vida de centenas de combatentes. Ele foi salvo dos ferimentos pelos médicos e recebeu medalhas dos Estados Unidos e da França pelos serviços prestados.
  • Muitos animais foram usados na Primeira Guerra Mundial: os pombos-correio foram largamente utilizados por todos os países envolvidos no conflito. Além disso, os pombos eram utilizados para detectar ataques por gás, sendo mais sensíveis que os humanos. Eles sentiam os efeitos das armas químicas antes dos soldados, que ganhavam tempo para se proteger com as máscaras. Os cavalos também foram largamente utilizados na guerra, principalmente para o transporte de suprimentos e tropas. Durante a guerra foram desenvolvidas máscaras antigás para os cavalos. Muitos cachorros também foram utilizados, para farejar explosivos, levar mensagens e equipamentos médicos para a terra de ninguém, e até mesmo para atacar os inimigos em suas trincheiras.
  • Ataques com dirigíveis: os zepelins (dirigíveis) alemães levaram o terror para Londres e outras cidades do leste da Grã-Bretanha durante a Primeira Guerra Mundial. O primeiro ataque feito por um dirigível alemão ocorreu em 19 de janeiro de 1915, ele causou a morte de 22 ingleses. Os zepelins voavam de noite, eram escuros e faziam pouco barulho, sendo difícil enxergá-los do solo. Cada um deles conseguia carregar até 2 toneladas de bombas, que eram despejadas sobre os alvos. Muitas das bombas utilizadas eram incendiárias e provocavam grandes incêndios nas cidades. Os ingleses chamaram os dirigíveis alemães de “matadores de bebês”, uma vez que muitas crianças morreram nos bombardeios. No início do conflito os dirigíveis não eram atingidos, mas, no ano de 1916, os ingleses desenvolveram projéteis incendiários que inflamavam o hidrogênio dos zepelins, provocando a explosão destes. Mais de 500 pessoas foram mortas por ataques de zepelins na Inglaterra durante a Primeira Guerra Mundial. Além da Inglaterra, a França também foi alvo dos dirigíveis alemães.
Pessoas observam cratera provocada por bomba de zepelin em Paris, 1916.
Pessoas observam cratera provocada por bomba de zepelin em Paris, 1916.

Exercícios resolvidos sobre as causas da Primeira Guerra Mundial

Questão 1

(PUC-Campinas) Em relação às causas da Primeira Guerra Mundial é correto afirmar que:

a) A incapacidade dos Estados liberais em solucionar a crise econômica do século XIX colocou em xeque toda a estrutura do sistema capitalista. A instabilidade política e social das nações europeias impulsionou as disputas colonialistas e o conflito entre as potências.

b) A desigualdade de desenvolvimento das nações capitalistas europeias acentuou a rivalidade imperialista. A disputa colonial marcada por um nacionalismo agressivo e pela corrida armamentista expandiu os pontos de atrito entre as potências.

c) O sucesso da política de apaziguamento e do sistema de aliança equilibrou o sistema de forças entre as nações europeias, acirrando as lutas de conquista das colônias da África e da Ásia.

d) O expansionismo na Áustria e a invasão da Polônia pelas tropas alemãs assustaram a Inglaterra e a França, que reagiram contra a agressão declarando guerra ao inimigo.

e) O desequilíbrio entre a produção e consumo incentivou a conquista de novos mercados produtores de matérias-primas e consumidores de bens de produção, reativando as rivalidades entre os países europeus e os da América do Norte.

Gabarito: B.

A rivalidade imperialista, o nacionalismo agressivo e a corrida armamentista foram fatores causadores da Primeira Guerra Mundial.

Questão 2

(Unesp) Entre as tensões anteriores à Primeira Guerra Mundial (1914–1918) que contribuíram para o desgaste das relações diplomáticas e para o início do conflito armado, é possível citar:

a) O acirramento das disputas geoestratégicas entre Estados Unidos e União Soviética.

b) O expansionismo territorial e político japonês no continente asiático e nas ilhas do oceano Pacífico.

c) Os esforços dos países capitalistas para conter o avanço do socialismo no Leste Europeu.

d) As disputas, entre as potências europeias, por áreas coloniais no continente africano.

e) A incapacidade da Sociedade das Nações de coordenar as negociações entre os países membros.

Gabarito: D.

A disputa entre as potências europeias por colônias na África e na Ásia foi o principal causador da Primeira Guerra Mundial.

Créditos da imagem

[1] Wikimedia Commons

[2] Wikimedia Commons

[3] Allen Shute / Shuttestock

[4] Wikimedia Commons

Fontes

JANOTTI, Maria de Lourdes. A Primeira Grande Guerra: o confronto de imperialismo. Santos: Atual, 2002.

GILBERT, Martin. A Primeira Guerra Mundial. São Paulo: Casa da Palavra, 2017.

SONDHAUS, Lawrence. A Primeira Guerra Mundial: história completa. São Paulo: Contexto, 2010.

Publicado por Jair Messias Ferreira Junior

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