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Literatura portuguesa

A literatura portuguesa é dividida em três períodos: medieval (trovadorismo ao humanismo), clássica (classicismo ao arcadismo) e moderna (romantismo à atualidade).
Camões é um símbolo da literatura portuguesa.
Camões é um símbolo da literatura portuguesa.

A literatura portuguesa surgiu no século XII, logo após a fundação de Portugal, em 1140. O trovadorismo e as obras humanistas pertencem ao período medieval (séculos XII a XVI). A fase renascentista é composta pelo classicismo (século XVI), barroco (1580 a 1756) e arcadismo (1756 a 1825).

 A era moderna compreende o romantismo (1825 a 1870), realismo-naturalismo (1865 a 1900), simbolismo (1890 a 1915), modernismo (1915 a 1974) e literatura contemporânea. Os escritores mais famosos da literatura portuguesa são Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa e José Saramago.

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Leia também: Luís Vaz de Camões — um dos mais importantes escritores de língua portuguesa

Resumo sobre literatura portuguesa

  • A literatura portuguesa surgiu no século XII, sendo a Cantiga da Ribeirinha a sua obra inaugural.

  • As eras da literatura portuguesa são:

    • medieval: trovadorismo, poesia palaciana, humanismo e romance de cavalaria;
    • clássica: classicismo, barroco e arcadismo;

    • moderna: romantismo, realismo-naturalismo, simbolismo, modernismo e literatura contemporânea.

Qual é a origem da literatura portuguesa?

A literatura portuguesa surgiu logo após a formação de Portugal, em 1140. Desse modo, os primeiros trovadores portugueses foram João Soares de Paiva (1140-?) e Paio Soares de Taveirós (1200-?). O trovadorismo vigorou em Portugal entre os séculos XII e XV. A Cantiga da Ribeirinha, de Taveirós, é oficialmente o texto inaugural da literatura portuguesa. Para saber mais sobre esse tópico, clique aqui.

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Características da literatura portuguesa

No período medieval

A literatura produzida na Idade Média é composta pelas cantigas trovadorescas:

  • de amor (sofrimento amoroso do trovador rejeitado pela dama);

  • de amigo (saudade da dama em relação ao amigo distante);

  • de escárnio (crítica velada a uma pessoa ou situação);

  • de maldizer (crítica explícita a uma pessoa ou situação).

Já as novelas de cavalaria são marcadas por aventura, heroísmo e idealização da mulher.

No final do período medieval, surgiu a poesia palaciana (feita para ser declamada, tematiza um amor mais carnal). Além dela, também foram produzidas obras de caráter humanista, as quais aliam a visão teocêntrica medieval com uma visão antropocêntrica, ou seja, definida pelo pensamento racional.

No período clássico

No século XVI, a poesia lírica e épica do classicismo apresenta idealização do amor e da mulher, caráter heroico, retomada dos valores greco-latinos e visão antropocêntrica. No final desse século, surgiu o barroco português, caracterizado por uma visão contrastante e paradoxal da realidade, além de apresentar temática religiosa.

O arcadismo teve início em 1756 e valorizou o bucolismo, o pastoralismo, a idealização amorosa, entre outros temas greco-latinos, determinados pela razão e pelo equilíbrio.

No período moderno

o romantismo começou em 1825 e, originalmente, apresentava teor nacionalista. Depois, evoluiu para o seu aspecto ultrarromântico, em 1840, de forma a valorizar o exagero sentimental e a temática amorosa.

No entanto, em 1860, assumiu caráter pré-realista, isto é, passou a apresentar crítica social e menor idealização. Na sequência, o realismo-naturalismo, iniciado em 1865, manifestou crítica sociopolítica, antirromantismo e caráter determinista. Em 1890, o simbolismo chegou a Portugal, com uma poesia marcada pelo rigor formal, impressões sensoriais e antirrealismo.

Em seguida, a geração de Orpheu inaugurou o modernismo português, em 1915. Com sua visão inovadora e antiacadêmica, valorizou o verso livre. A segunda fase modernista (ou presencismo), iniciada em 1927, trouxe uma literatura voltada para o conflito existencial e, portanto, caracterizada pela alienação social.

Em contrapartida, o neorrealismo português surgiu em 1939, destacando o realismo social, o caráter ideológico, além do protagonismo dos marginalizados. Por fim, a literatura contemporânea portuguesa possui caráter realista e experimental. É uma literatura que, ao mesmo tempo que busca reencontrar a identidade portuguesa, apresenta obras que tendem para a universalidade.

Veja também: Quinhentismo — período literário brasileiro inserido no contexto da colonização portuguesa

Eras da literatura portuguesa

ERA

AUTORES E OBRAS

ESTILO LITERÁRIO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Medieval

(séculos XII a XVI)

  • Dom Dinis (1261-1325) — cantigas

  • João Garcia de Guilhade (século XIII) — cantigas

 

Trovadorismo

  • Garcia de Resende (1470-1536) — Cancioneiro geral (1516)

Poesia palaciana e humanismo

  • Gil Vicente (1465-1536) — Auto da barca do inferno (1517)

  • Bernardim Ribeiro (1482-1552) — Menina e moça (1554)

  • João Ruiz de Castelo-Branco (século XV): Cantiga sua partindo-se

  • Sá de Miranda (1481-1558): Os estrangeiros (1561)

 

 

 

Humanismo

  • Garci Rodríguez de Montalvo (1450-1504) — Amadis de Gaula (1496)

  • João de Barros (1496-1570) — Crônica do imperador Clarimundo (1522)

  • Francisco de Morais (1500-1572) — Palmeirim de Inglaterra (1544)

  • Jorge Ferreira de Vasconcelos (1515-1585) — Memorial das proezas da segunda távola redonda (1567)

 

 

 

 

Romance de cavalaria

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Clássica

(séculos XVI a XVIII)

  • Luís Vaz de Camões (1524-1580) — Os Lusíadas (1572)

Classicismo

(século XVI)

  • Francisco Rodrigues Lobo (1580-1622) — A primavera (1601)

  • Jerónimo Baía (1620-1688) — Ao menino Deus em metáfora de doce

  • António Barbosa Bacelar (1610-1663) — A uma ausência

  • António José da Silva (1705-1739) — Obras do diabinho da mão furada

  • Gaspar Pires de Rebelo (1585-1642) — Infortúnios trágicos da constante Florinda (1625)

  • Soror Violante do Céu (1601-1693) — Romance a Cristo crucificado (1659)

  • D. Francisco Manuel de Melo (1608-1666) — Obras métricas (1665)

  • Soror Mariana Alcoforado (1640-1723) — Cartas portuguesas (1669)

  • Pe. António Vieira (1608-1697) — Os sermões (1679)

  • Teresa Margarida da Silva e Orta (1711-1793) — Aventuras de Diófanes (1752)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Barroco

(1580 a 1756)

  • Francisco José Freire (1719-1773) — Arte poética (1748)

  • António Dinis da Cruz e Silva (1731-1799) — O hissope (1768)

  • Correia Garção (1724-1772) — Assembleia ou Partida (1770)

  • Manuel du Bocage (1765-1805) — Queixumes do pastor Elmano contra a falsidade da pastora Urselina (1791)

  • Marquesa de Alorna (1750-1839) — Ensaio sobre a indiferença em matéria de religião (1820)

 

 

 

 

Arcadismo

(1756 a 1825)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Moderna

(de 1825 até dias atuais)

  • Almeida Garret (1799-1854) — Camões (1825)

  • Alexandre Herculano — Eurico, o presbítero (1844)

Romantismo

(fase 1)

(1825 a 1840)

  • Soares de Passos (1826-1860) — Poesias (1856)

  • Camilo Castelo Branco (1825-1890) — Amor de perdição (1862)

Romantismo

(fase 2)

(1840 a 1860)

  • Antero de Quental (1841-1891) — Odes modernas (1865)

  • Júlio Dinis (1839-1871) — As pupilas do senhor reitor (1867)

Romantismo

(fase 3)

(1860 a 1870)

  • Guerra Junqueiro (1850-1923) — A morte de d. João (1874)

  • Eça de Queirós (1845-1900) — O primo Basílio (1878)

  • Fialho de Almeida (1857-1911) — Os gatos (1889-1894)

  • Cesário Verde (1855-1886) — O livro de Cesário Verde (1901)

 

 

 

Realismo-naturalismo

(1865 a 1900)

  • António Nobre (1867-1900) — (1892)

  • Eugénio de Castro (1869-1944) — Interlúnio (1894)

  • Camilo Pessanha (1867-1926) — Clépsidra (1920)

 

Simbolismo

(1890 a 1915)

  • Mário de Sá-Carneiro (1890-1926) — Dispersão (1914)

  • Almada Negreiros (1893-1970) — A engomadeira (1917)

  • Fernando Pessoa (1888-1935) — Mensagem (1934)

 

Modernismo

(fase 1)

(1915 a 1927)

  • Miguel Torga (1907-1995) — Ansiedade (1928)

  • João Gaspar Simões (1903-1987) — Elói ou Romance numa cabeça (1932)

  • José Régio (1901-1969) — As encruzilhadas de Deus (1936)

  • Branquinho da Fonseca (1905-1974) — O barão (1942)

 

 

Modernismo

(fase 2)

(1927 a 1940)

  • Ferreira de Castro (1898-1974) — A selva (1930)

  • Alves Redol (1911-1969) — Gaibéus (1939)

  • Soeiro Pereira Gomes (1909-1949) — Esteiros (1941)

 

Modernismo

(fase 3)

(1939 a 1974)

  • José Saramago (1922-2010) — Ensaio sobre a cegueira (1995)

  • Gonçalo M. Tavares (1970-) — Jerusalém (2004)

  • Inês Pedrosa (1962-) — Os íntimos (2010)

  • Jacinto Lucas Pires (1974-) — O verdadeiro ator (2011)

  • Miguel de Souza Tavares (1952-) — Madrugada suja (2013)

  • António Lobo Antunes (1942-) — Da natureza dos deuses (2015)

 

 

 

Literatura contemporânea

 

Qual a influência da literatura portuguesa na literatura brasileira?

Até o século XIX, a literatura brasileira sofria forte influência da literatura portuguesa. Isso porque era com base nessa literatura que os brasileiros tinham contato com as tendências ou estilos literários europeus. Apesar disso, alguns autores brasileiros trouxeram para seus textos elementos nacionais.

Um exemplo é o poeta barroco Gregório de Matos (1636-1696), que, em muitos poemas, fez crítica social de forma a mostrar a realidade brasileira. Já o romantismo no Brasil, apesar de possuir as características típicas do europeu, apresentou a figura heroica do indígena brasileiro, mostrou nossas características regionais e atacou a escravidão.

O escritor Machado de Assis (1839-1908), mesmo empregando características do estilo realista europeu, criticou o realista português Eça de Queirós e imprimiu nos próprios textos uma ironia muito peculiar, a ironia machadiana. Contudo, foi no século XX que a influência da literatura portuguesa perdeu força na literatura brasileira.

Os modernistas brasileiros se empenharam em criar uma literatura de exportação, e foram bem-sucedidos, já que o neorrealismo português sofreu influência da geração de 1930 do modernismo brasileiro. Atualmente, a literatura brasileira é independente e, eventualmente, pode sofrer influências de outras literaturas, mas esse é um fenômeno que ocorre em qualquer país.

Importância da literatura portuguesa

José Saramago, autor da literatura portuguesa, diante do próprio retrato.
José Saramago, Nobel da literatura portuguesa.[1]

A literatura portuguesa possui autores e obras conhecidos mundialmente. É o caso de Camões, com seu poema épico Os Lusíadas, e de Fernando Pessoa, que fascina leitoras e leitores no mundo inteiro por causa de seus heterônimos e versos cheios de sabedoria. Há também Saramago, vencedor do prêmio Nobel de 1998.

Os portugueses colonizaram vários países e disseminaram a língua portuguesa para outros povos. Assim, países como Angola, Brasil e Moçambique, por exemplo, possuem uma literatura em língua portuguesa. Inicialmente, a literatura dessas nações sofreu inevitável influência da literatura portuguesa, que, desse modo, deu origem a tais literaturas.

Saiba mais: Por que Fernando Pessoa usava heterônimos?

Exercícios resolvidos sobre literatura portuguesa

Questão 01 (UEL)

MAR PORTUGUÊS

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

PESSOA, F. Mensagem. In: Mensagem e outros poemas afins seguidos de Fernando Pessoa e ideia de Portugal. Mem Martins: Europa-América [19-].

Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, a frase “Tudo vale a pena se a alma não é pequena” remete a:

A) Se o objetivo é a grandeza da pátria, não importam os sacrifícios impostos a todos.

B) Quando o resultado leva à paz, os meios justificam a finalidade almejada.

C) Todas as pessoas têm valores próprios, por isso a guerra é defendida pelos governantes.

D) O sacrifício é compensador mesmo que fiquemos insensíveis diante do bem comum.

E) Tudo vale a pena quando temos o que almejamos e isso não implique enfrentamento de perigos.

Resolução:

Alternativa A

O eu lírico diz que, devido ao fato de os portugueses cruzarem o mar, mães choraram (a perda dos filhos), filhos em vão rezaram (pelos pais) e noivas ficaram sem casar. Portanto, os filhos, pais e noivos são os marinheiros que morreram ao cruzar o mar para conquistar terras para os portugueses; mas tais sacrifícios valeram a pena para que o mar (as conquistas) fosse de Portugal e, assim, engrandecesse a pátria portuguesa.

Questão 02 (UEL)

Capítulo IX da obra O crime do padre Amaro (1880), de Eça de Queirós (1845-1900)

Então, passeando excitado pelo quarto, levava as suas acusações mais longe, contra o Celibato e a Igreja: por que proibia ela aos seus sacerdotes, homens vivendo entre homens, a satisfação mais natural, que até têm os animais? Quem imagina que desde que um velho bispo diz “serás casto” a um homem novo e forte, o seu sangue vai subitamente esfriar-se? E que uma palavra latina — accedo — dita a tremer pelo seminarista assustado, será o bastante para conter para sempre a rebelião formidável do corpo? E quem inventou isso? Um concílio de bispos decrépitos, vindos do fundo dos seus claustros, da paz das suas escolas, mirrados como pergaminhos, inúteis como eunucos! Que sabiam eles da Natureza e das suas tentações? Que viessem ali duas, três horas para o pé da Ameliazinha, e veriam, sob a sua capa de santidade, começar a revoltar-se-lhes o desejo! Tudo se ilude e se evita, menos o amor! E se ele é fatal, por que impediram então que o padre o sinta, o realize com pureza e com dignidade? É melhor talvez que o vá procurar pelas vielas obscenas! — Porque a carne é fraca!

QUEIRÓS, E. Obra completa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1970.

Este trecho é o pensamento do Padre Amaro Vieira, protagonista do romance. É correto afirmar que, no texto acima, o escritor registra:

A) A burguesia degenerada a conduzir a formação dos padres católicos.

B) A noção comum de que o pecado da carne é o único aceitável entre os religiosos.

C) A percepção científica de que homens e animais são diferentes porque educados pela moral religiosa.

D) O traço determinista do positivismo de Auguste Comte, admitindo a motivação sexual como algo comum a todos.

E) A promiscuidade das vielas obscenas como o pecado a afligir os padres jovens.

Resolução:

Alternativa D

As reflexões de Amaro demonstram que todos, inclusive padres, são comandados pelo desejo sexual. A visão determinista do naturalismo defende que o ser humano, animal igual a qualquer outro, tem seu destino determinado pelos instintos e não pela razão.

Créditos da imagem

[1] Sampinz na Wikipedia italiana/ Wikimedia Commons

Fontes

ABAURRE, Maria Luiza M.; PONTARA, Marcela. Literatura: tempos, leitores e leituras. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2015.

BUENO, Fátima. Machado de Assis e Eça de Queirós: para além da polêmica... Machado de Assis em linha, Rio de Janeiro, v. 5, n. 10, p. 26-40, 2012.

COSTA, Edson Tavares. Licenciatura em Letras/ Português: literatura portuguesa. Campina Grande: EDUEPB, 2011.

GOMES, Carlos Magno Santos; RAMALHO, Christina Bielinski. Literatura portuguesa I. São Cristóvão: UFS, 2009.

GOULART, Audemaro Taranto; SILVA, Oscar Vieira da. Introdução ao estudo da literatura. Belo Horizonte: Lê, 1994.

INSTITUTO CAMÕES. Literatura portuguesa. Disponível em: http://cvc.instituto-camoes.pt/literatura/historialit.htm.

MASSINI-CAGLIARI, Gladis. Cantigas medievais profanas e religiosas. In: MASSINI-CAGLIARI, Gladis. A música da fala dos trovadores: desvendando a prosódia medieval. São Paulo: Editora UNESP, 2015.

NICOLA, José de; INFANTE, Ulisses. Gramática contemporânea da língua portuguesa. 9. ed. São Paulo: Scipione, 1992.

RAMALHO, Christina Bielinski; RAMOS, Magna Maria de Oliveira; CARVALHO, Maria Leônia Garcia Costa. Literatura portuguesa II. São Cristóvão: UFS, 2010.

SILVA, Gabriela. Novíssima literatura portuguesa: novas identidades de escrita. Desassossego, São Paulo, v. 8, n. 16, dez. 2016.

VALENÇA, Ana Maria Macedo; RAMOS, Magna Maria de Oliveira; CARVALHO, Maria Leônia Garcia Costa. Literatura portuguesa III. São Cristóvão: UFS, 2011.    

Publicado por Warley Souza
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