Amazônia
A Amazônia é um bioma sul-americano que se estende por nove territórios do subcontinente, com a maior parte da sua área localizada no Brasil. A Amazônia abriga a Floresta Amazônica, maior floresta equatorial do mundo e detentora de uma biodiversidade que é composta por milhões de espécies de animais e de plantas. A Amazônia é caracterizada por um relevo modesto formado principalmente por depressões e por planícies, além de clima quente e úmido e de solos pouco férteis, mas que apresentam uma camada de matéria orgânica que fornece os nutrientes necessários para sustentar a vegetação densa que caracteriza aquela região.
As belezas naturais e a diversidade cultural da Amazônia atraem milhares de visitantes para a região, tornando o turismo e o ecoturismo importantes atividades econômicas. Por outro lado, o avanço de áreas de agricultura, de pastagem e de mineração tem provocado desmatamento e queimadas, dois dos principais responsáveis pela degradação da floresta. O combate a essas práticas é crucial para a manutenção da Amazônia, uma vez que ela guarda importância ambiental, sociocultural e econômica tanto para os países sul-americanos de um modo geral quanto para o território brasileiro.
Leia também: Quais são os biomas brasileiros?
Resumo sobre a Amazônia
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A Amazônia é um bioma sul-americano que abriga a maior floresta equatorial do mundo.
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Sua área abrange oito países e um território ultramarino na América do Sul. No Brasil, constitui 49% da superfície e se estende por nove estados.
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A Amazônia é banhada por milhares de rios, entre os quais se destaca o Rio Amazonas. Ele é o principal curso d’água da maior bacia hidrográfica do mundo.
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O relevo da Amazônia é formado predominantemente por depressões e por planícies. Os planaltos se concentram ao norte, destacando-se a presença do Pico da Neblina.
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Os solos da Amazônia são naturalmente pobres em nutrientes. No entanto, conseguem sustentar uma densa floresta por causa da camada de matéria orgânica depositada sobre eles.
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A floresta equatorial é o principal tipo de vegetação da Amazônia. Ela se divide em três estratos: mata de várzea, mata de igapó e mata de terra firme.
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A Amazônia é conhecida como a área de maior biodiversidade do mundo, tendo milhões de espécies conhecidas e desconhecidas.
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Boto-cor-de-rosa, arara-vermelha e suçuarana estão entre os animais típicos da Amazônia.
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O turismo e o ecoturismo são atividades importantes para a dinâmica econômica da Amazônia, região com um vasto conjunto de atrativos naturais e culturais.
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O desmatamento e as queimadas são a principal ameaça para o bioma amazônico, sendo prejudiciais para a manutenção dos recursos naturais e da biodiversidade.
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A Amazônia tem importância ambiental, sociocultural e econômica para a América do Sul e para os estados brasileiros que a comportam.
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É indispensável para a regulação climática no território brasileiro, além de abrigar uma população de milhões de habitantes que dependem direta ou indiretamente dos recursos presentes na área.
O que é a Amazônia?
A Amazônia é um bioma sul-americano que abriga a maior floresta equatorial do mundo, a Floresta Amazônica. No interior da Amazônia existem diversos tipos de ecossistemas que sustentam milhões de formas de vida animal e vegetal, as quais ainda não foram totalmente catalogadas pela ciência, tornando-o o bioma com a maior biodiversidade existente. Ele ocupa aproximadamente 49% da extensão territorial do Brasil, onde recebe o nome de Amazônia Legal, além de estar presente em outros oito territórios da América do Sul.
Principais características da Amazônia
→ Hidrografia da Amazônia
A Amazônia é delimitada pela maior bacia hidrográfica do mundo: a Bacia Amazônica. Com mais de 7.000.000 km2, essa bacia é formada por um conjunto de milhares de rios que são alimentados tanto pela neve da Cordilheira dos Andes, que derrete parcialmente durante o verão, quanto pelas chuvas recorrentes que acontecem na região. Seu principal curso d’água é o Rio Amazonas, que também se destaca pela extensão e vazão. O Amazonas é um rio que nasce na base da Cordilheira dos Andes no território peruano e percorre 6.992 quilômetros até a sua foz no litoral do Pará. Ele conta com importantes afluentes, como o Rio Negro, o Rio Madeira e o Rio Purus.
Além do Rio Amazonas, o Rio Xingu e o Rio Tapajós também fazem parte da bacia hidrográfica e são fundamentais para a umidade da Amazônia. Os rios da região fornecem água para a floresta e para a atmosfera, participando de um complexo sistema atmosférico que ajuda a levar umidade por todo o território brasileiro, chamado rios voadores. Além disso, suas águas são utilizadas para o transporte hidroviário, para o abastecimento de residências e de comércios e para o ecoturismo.
→ Relevo da Amazônia
A Amazônia está situada em uma área de altitudes baixas, com elevação média de até 300 metros, caracterizada pela presença de depressões e de planícies. Levando em consideração a classificação do relevo brasileiro feita pelo professor Jurandyr Ross, a região amazônica tem como principais unidades a Planície do Rio Amazonas, de origem fluvial, e as Depressões Marginais Norte e Sul Amazônicas. Os terrenos de maior altitude se concentram no norte da Amazônia, com destaque para a tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana.
Fica na Amazônia, mais precisamente, no estado do Amazonas, os dois picos mais altos do Brasil:
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Pico da Neblina, parte da Serra do Imeri, com altitude de 2.995,3 metros;
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Pico 31 de Março, também na Serra do Imeri, com altitude de 2.974,2 metros.
→ Clima da Amazônia
A Amazônia fica em uma região de baixa latitude, sendo, inclusive, cortada pela Linha do Equador (paralelo de 0º). Por conta da baixa pressão atmosférica, os ventos que sopram do norte e do sul se encontram nessa área, trazendo elevado teor de umidade do oceano. Assim, o clima da Amazônia é o clima equatorial, chamado também de tropical quente e úmido. As temperaturas são altas durante o ano todo, com média de 27º C. Não há distinção entre estações do ano, e as chuvas são recorrentes. O índice pluviométrico na Amazônia fica em torno de 1.800 mm, podendo chegar a mais de 2.000 mm. Já a umidade relativa do ar é superior a 60%, um valor bastante elevado.
→ Solo da Amazônia
Embora sustente uma vegetação exuberante, a maior parte do solo da Amazônia é naturalmente pobre em nutrientes, ou seja, apresenta baixa fertilidade. Ele apresenta textura arenosa que o torna suscetível à erosão, processo esse identificado em áreas desmatadas. Contudo, o grande volume de matéria orgânica que se acumula sobre o solo desse bioma é que garante a carga de nutrientes necessária para o desenvolvimento e para a manutenção da floresta equatorial.
As folhas que caem das árvores formam uma camada protetora do solo chamada serrapilheira, que garante a sua estabilidade física. Os frutos, as folhas e os animais são responsáveis pela carga constante de matéria orgânica no solo da Amazônia, o que resulta na presença de nutrientes para as diferentes formas de vida que ele sustenta.
→ Vegetação da Amazônia
A vegetação da Amazônia é formada pela Floresta Equatorial. Esse é um tipo de formação florestal densa e estratificada cuja parte superior das árvores altas dá origem a um dossel fechado que dificulta a passagem de luz para os estratos inferiores. Na parte inferior, desenvolvem-se plantas de variados tipos e que apresentam um aspecto em comum que é a manutenção das suas folhas durante todo o ano. Por isso, as plantas da Floresta Amazônica são classificadas como sempre-verdes.
Existem diferentes tipos de mata na composição da vegetação da Amazônia. A Mata de Terra Firme, que descrevemos brevemente acima, é apenas uma delas. Além dela, temos a Mata de Igapó e a Mata de várzea. Entenda o que é cada uma:
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Mata de Terra Firme: vegetação que se desenvolve nos terrenos de maior altitude da Amazônia, onde a água não fica acumulada. É formada pelas árvores mais altas e mais antigas da floresta, como as castanheiras e as figueiras.
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Mata de Igapó: vegetação que se desenvolve em terrenos de baixa altitude, que permanecem com água durante o ano todo. As plantas identificadas nessa região de mata são adaptadas a áreas inundadas e de alta umidade, como vitórias-régias, bromélias e orquídeas.
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Mata de Várzea: vegetação intermediária entre a Mata de Terra Firme e a Mata de Igapó. Ela fica situada em terrenos que são temporariamente inundados, como as planícies de inundação, para onde a água dos rios extravasa no período das cheias. Entre as plantas presentes na região de várzea, estão buritis, seringueira e andiroba.
→ Fauna da Amazônia
A Amazônia é a região com a maior biodiversidade do mundo. Sua fauna é repleta de espécies de animais ainda não catalogadas pela ciência, além de possuir milhões de indivíduos que vivem nos seus ecossistemas terrestres e fluviais. Estima-se que os peixes sejam os mais numerosos na Amazônia, com mais de 1.800 espécies identificadas. Na sequência estão:
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1.300 espécies de aves;
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350 espécies de répteis;
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311 espécies de mamíferos;
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163 espécies de anfíbios.
Entre os animais que são considerados símbolo da Amazônia, estão a onça-pintada, o boto-cor-de-rosa e a anaconda. Abaixo, conheça outros animais que fazem parte da fauna amazônica.
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lontra-gigante |
anta |
arara-vermelha |
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gavião-real |
macaco-aranha |
tucano |
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pirarucu |
jiboia |
jacaré-açu |
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bicho-preguiça |
peixe-boi |
macaco-barrigudo |
Onde fica a Amazônia?
A Amazônia fica na América do Sul, mais precisamente, na sua parcela norte. Ela se distribui por nove territórios, incluindo oito países:
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Brasil;
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Bolívia;
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Colômbia;
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Equador;
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Guiana;
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Guiana Francesa;
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Peru;
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Suriname;
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Venezuela.
Confira também: Cerrado — detalhes sobre o segundo maior bioma do Brasil e da América do Sul
Turismo na Amazônia
O turismo é uma atividade econômica importante para a arrecadação de receitas e para o dinamismo econômico das cidades da Amazônia, principalmente quando consideramos a prática do ecoturismo. Somente o estado brasileiro do Amazonas, em 2025, recebeu mais de 360 mil turistas brasileiros, isto é, que vieram de outras partes do país. A região também conta com a visita de milhares de estrangeiros todos os anos, haja vista a beleza e a importância da Amazônia para o mundo.
A realização de cruzeiros marítimos pelo Rio Amazonas, de passeios guiados em meio a parques naturais, de trilhas e de viagens de barco pelo Rio Tapajós, além das pousadas e hotéis com acesso a áreas verdes estão entre as atividades e as locações mais procuradas pelos visitantes. É possível conhecer algumas comunidades e alguns territórios indígenas com a devida autorização, sendo essa uma forma de ampliar o conhecimento sobre a diversidade cultural dos povos originários brasileiros. Ademais, o Festival de Parintins, que acontece anualmente na cidade de Parintins, no estado do Amazonas, atrai milhares de turistas para a Amazônia todos os anos, sendo de extrema importância para a cultura da região Norte do Brasil.
Bioma da Amazônia
O bioma da Amazônia é o maior bioma brasileiro. Sua área é de 4,1 milhões km2, o que representa 49% de toda a área do território do Brasil, e abrange nove estados em três regiões: Norte, principalmente, Nordeste e Centro-Oeste. Observe, no mapa abaixo, como se distribui o bioma da Amazônia:
A partir da observação do mapa, podemos dizer que o bioma está presente nos seguintes estados:
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Amazonas;
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Amapá;
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Acre;
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Pará;
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Rondônia;
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Roraima;
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Tocantins;
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Maranhão;
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Mato Grosso.
Desmatamento e queimadas na Amazônia
Nas últimas décadas, temos testemunhado o avanço cada vez maior de atividades econômicas como a agropecuária e a mineração para áreas na Amazônia brasileira. Embora apresentem importância para a economia local e, também, nacional, principalmente em se tratando das exportações brasileiras, essas são práticas que se desenvolvem a partir da abertura de áreas na floresta. Dessa forma, contribuem para a remoção da cobertura vegetal e para a expansão das taxas de desmatamento na Amazônia.
O desmatamento está relacionado com as queimadas que ocorrem com certa frequência nesse bioma. O fogo é utilizado como uma ferramenta para a limpeza do solo, mas possui consequências negativas para o meio ambiente. Embora tenha havido a redução dos focos de queimada no Brasil em 2025, o ano de 2024 foi marcado por uma sucessão de eventos que atingiu principalmente a Amazônia. Somente em dezembro daquele ano, 964 mil hectares foram atingidos pelo fogo. No ano posterior, entretanto, houve queda de 89,9% das áreas queimadas.
As queimadas na Amazônia são provocadas pela ação humana em sua maioria. Por causa de fenômenos como o El Niño, que causa seca na região Norte do Brasil, e das alterações no clima do planeta, o calor e a estiagem facilitam o espalhamento do fogo e o agravamento das queimadas, que ganham dimensões de incêndio.
Considerando os dados do desmatamento, a área desflorestada da Amazônia foi de 5.796 km2 entre 2024 e 2025, menor valor nos últimos cinco anos. Nesse intervalo de tempo, o ápice do desmatamento ocorreu em 2021, quando foram retirados 13.038 km2 de mata nativa. A queda ocorreu principalmente no Tocantins, enquanto o Pará registrou menor desaceleração no desmatamento. No entanto, apesar da redução significativa dessa prática, a degradação ambiental naquele bioma segue aumentando: de 27% em 2024 saltou para 38% em 2025, mantendo a biodiversidade e o equilíbrio da Amazônia em risco.
Veja também: Como está o desmatamento no Brasil?
Qual a importância da Amazônia?
A Amazônia abriga a maior biodiversidade do mundo. São milhões de espécies de animais e de plantas que coabitam seus ecossistemas e tornam a Floresta Amazônica uma das, se não, a mais, importante área natural do planeta. Ela é fundamental para a garantia da diversidade de espécies na América do Sul, contendo uma série de seres vivos que só existem no subcontinente. Esses seres são responsáveis pela manutenção de diferentes ciclos naturais que apresentam importância para a própria floresta e para áreas distantes dela, uma vez que a Amazônia é uma grande reguladora do clima sul-americano.
A água presente no subsolo da Amazônia, nos seus rios e até mesmo aquela proveniente dos oceanos, que chegam até a floresta por meio de massas de ar úmidas, são devolvidas para a atmosfera através da evapotranspiração. As correntes de ar que sopram pela região transportam essa umidade para outras regiões da América do Sul, principalmente, do Brasil, provocando chuvas e regulando as temperaturas. Esses são os chamados rios voadores, determinantes para o regime pluviométrico das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país.
A Floresta Amazônica é importante, também, por reter um enorme volume de carbono da atmosfera através de um processo que é conhecido como “sequestro de carbono”, contribuindo para a amenização do efeito estufa. Outro ponto que a torna indispensável é a presença de recursos naturais. Seus rios abastecem as residências da região, enquanto parte das 2 milhões de pessoas que vivem na Amazônia Legal, no Brasil, retira seu sustento da floresta por meio do extrativismo.
Além disso, comunidades tradicionais, como os ribeirinhos, e povos indígenas habitam a região da Amazônia. Eles conduzem um modo de vida sustentável que ajuda na preservação da floresta e dos ecossistemas presentes na região, tanto na sua parcela brasileira quanto dos demais países sul-americanos. A sua cultura é formada por elementos e por manifestações que remetem à Floresta Amazônica, o que assegura a importância cultural dessa região sul-americana.
Curiosidades sobre a Amazônia
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Na Amazônia, é possível testemunhar o fenômeno de encontro das águas do Rio Solimões e do Rio Negro, o que ocorre por causa da diferença de temperatura e de densidade entre elas.
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Metade da população indígena do Brasil vive na Amazônia Legal, o que corresponde a aproximadamente 868 mil pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Dos indígenas que vivem na Amazônia Legal, 64,8% habita as chamadas Terras Indígenas, que são áreas delimitadas por vias legais.
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Há 350 povos indígenas na Amazônia.
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O boto-cor-de-rosa e a ariranha são exemplos de espécies endêmicas da Amazônia.
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A árvore mais alta da Amazônia é um angelim-vermelho de 88,5 metros, que fica no Pará. Sua idade estimada varia entre 600 e 800 anos.
Créditos de imagem
[1] CactiStaccingCrane / Wikimedia Commons (reprodução)
Fontes
CABRAL, Umberlândia; GOMES, Irene. Brasil tem 1,7 milhão de indígenas e mais da metade deles vive na Amazônia Legal. Agência de Notícias IBGE, 07 ago. 2023. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/37565-brasil-tem-1-7-milhao-de-indigenas-e-mais-da-metade-deles-vive-na-amazonia-legal.
CASEMIRO, Poliana; BARRETO, Kellen. Brasil anuncia menor taxa de desmatamento na Amazônia em 11 anos. G1, 30 out. 2025. Disponível em: https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2025/10/30/brasil-desmatamento.ghtml.
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