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Brasil Colônia

Brasil Colônia é o período que se estende de 1530, com a missão “exploradora” de Martim Afonso de Souza, a 1815, quando o então Estado do Brasil tornou-se Reino de Portugal, Brasil e Algarves. Foi durante esses anos que grande parte da extensão territorial que o Brasil tem hoje foi conquistada por meio de diversos conflitos com tamoios, tupinambás, espanhóis, holandeses, franceses, entre outros povos.

Leia mais: História do Brasil: desvende o percurso do desenvolvimento de nossa nação

Período Pré-Colonial

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O Período Pré-Colonial diz respeito aos anos que antecederam a missão “colonizadora” chefiada por Martim Afonso de Souza (administrador colonial português) em 1530. Após a chegada da expedição marítima portuguesa, liderada por Pedro Álvares Cabral, em 22 de abril de 1500, nas terras que, posteriormente, viriam a ser chamadas de Brasil, Portugal passou a ocupar pequenos pontos isolados na costa marítima brasileira.

Mapa do império marítimo espanhol e português, publicado em 1623. A extensão do império colocava desafios à administração colonial.
Mapa do império marítimo espanhol e português, publicado em 1623. A extensão do império colocava desafios à administração colonial.


Um grupo de cristãos-novos (judeus convertidos ao cristianismo e seus descendentes) recebeu o monopólio de extração do pau-brasil, mas se limitou ao envio de apenas quatro expedições exploradoras com o objetivo de fazer o reconhecimento e mapeamento do território “descoberto”.

Ainda sem nome, a terra passou a ser chamada, nas cartas de Pero Vaz de Caminha e Mestre João, escritas em 1º de maio de 1500, de Vera Cruz. Outros nomes surgiram depois, como Terra dos Papagaios e Santa Cruz. O nome Brasil começou a aparecer em fontes a partir de 1512 e, posteriormente, acabou oficializando-se, sobretudo após 1530, com a nomenclatura “Estado do Brasil”.

No começo daquele século, o Império Português estava voltado para as Índias, que era a forma como os portugueses referiam-se à região que hoje consiste na Índia. Desde as Cruzadas, o comércio com o Oriente desenvolvera-se muito com os reinos cristãos situados na Europa Ocidental e Meridional. Contudo, desde a tomada de Constantinopla pelos otomanos em 1453, esse comércio começou a entrar em declínio. Quando as barreiras de comércio tornaram-se intransponíveis, Portugal voltou-se para o território americano. Nesse momento, começou, portanto, o que a historiografia chamou de Período Colonial. Para aprofundar seus estudos sobre esse período da História do Brasil, leia: Período Pré-Colonial.

Ciclo do pau-brasil

Durante o Período Pré-Colonial, quando as terras descobertas na América pelos portugueses ainda não eram objeto de grande interesse pela Coroa, desenvolveu-se o comércio do pau-brasil. Nativa da Mata Atlântica, em abundância sobretudo nas regiões costeiras, essa árvore leguminosa, além de resistente, também possui um pigmento vermelho, o qual os índios usavam para tingimento.

Portugal enviou expedições para a extração dessa madeira, iniciando o Ciclo do Pau-Brasil, que se estendeu até aproximadamente 1530, quando os objetivos da Coroa com suas terras recém-descobertas ganhou novos ares, dando início ao Período Colonial. Para aprofundar seus estudos sobre esse período da História do Brasil, leia: Exploração do pau-brasil.

Leia também: A importância do pau-brasil na economia colonial

Início do Período Colonial

Com a tomada de Constantinopla e também com as ameaças das pretensões de colonização francesa nos territórios do sul da América, Portugal iniciou, a partir de 1530, missões específicas com o objetivo de demarcar seu território e instalar uma administração colonial. Martim Afonso de Souza foi o responsável pela primeira expedição nesse sentido.

Em 1534, houve a tentativa da transplantar o sistema de capitanias hereditárias, que, na época, era adotado na pequena Ilha de Madeira, a sudeste da costa portuguesa. Assim, o território brasileiro foi dividido em 14 capitanias, que, por sua vez, dividiam-se entre membros da nobreza de confiança do rei português D. João III. Porém, o modelo não obteve muito sucesso, durando apenas 16 anos. Apenas duas capitanias destacaram-se: a de Pernambuco e a de São Vicente (hoje São Paulo), onde de fato se iniciou um processo de colonização.

Novo mapa das capitanias hereditárias segundo estudos conduzidos por Jorge Pimentel Cintra. [1]
Novo mapa das capitanias hereditárias segundo estudos conduzidos por Jorge Pimentel Cintra. [1]


Em junho de 1494, o Reino de Portugal e a Coroa de Castela assinaram um acordo que dividia territorialmente as terras descobertas na América, o qual ficou conhecido como Tratado de Tordesilhas. O Reino da França, não concordando com esse tratado, promoveu suas próprias expedições, fundando, em 1555, uma colônia francesa na região da Baía do Rio de Janeiro (como era então conhecida a Baía de Guanabara), a França Antártica.

Para isso, os franceses aliaram-se aos índios tamoios, da nação indígena tupinambá, que na época liderava uma ofensiva contra os portugueses. No entanto, em 1560, sob o comando do governador-geral da colônia brasileira, Mem de Sá, a França Antártica foi destruída. Mais para frente, em 1594, houve outra ocupação dos franceses, dessa vez no Maranhão, que ficou conhecida como França Equinocial, mas foi derrotada novamente pelos portugueses em 1615.

O início da colonização do Brasil foi marcado por intensas disputas e tentativas de demarcação de território. Esse processo estendeu-se em proporções distintas ao longo do Período Colonial e também durante o Império.

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Governo-Geral

Havia uma grande dificuldade de administrar a colônia e os ocupantes que nela se estabeleciam. A Coroa portuguesa entendia a necessidade de instalar um corpo administrativo que pudesse organizar de perto toda a imensa extensão territorial que se formava como posse do Império Português, sobretudo após o fracasso do sistema de capitanias.

Foi nesse contexto que, em março de 1549, Tomé de Sousa aportou no litoral brasileiro com a missão de desempenhar uma série de funções administrativas, como defesa, estímulos à produção agrícola, relacionamento com os indígenas e a fundação de uma capital colonial – designada, na época, como São Salvador da Bahia de Todos os Santos, atual Salvador. Tomé de Sousa assumiu o cargo de governador-geral.

Junto com o governador-geral., veio também a Companhia de Jesus, com o objetivo de catequizar e “pacificar” os povos indígenas. Os jesuítas (como eram conhecidos os membros da Companhia de Jesus) fundaram, em 1553, o Colégio dos Jesuítas da Bahia.

Apesar do relativo êxito da centralização da administração com o governador-geral, que era um português nomeado pela Coroa para o cargo, as condições de comunicação e transporte no século XVI eram extremamente precárias. Isso dificultava bastante o controle administrativo. Esse modelo de administração durou até a chegada da Família Real no Brasil em 1808, inaugurando aquilo que ficou conhecido como Período Joanino.

Para aprofundar seus estudos sobre a administração da colônia por meio de um governador-geral, leia: Governo-Geral.

Ciclo do açúcar

O açúcar foi a primeira grande riqueza produzida em terras brasileiras. Durante meados do século XVI e XVII, tornou-se a principal fonte de riqueza da colônia. O sistema que implementou a produção em massa da cana-de-açúcar ficou conhecido como plantation, conciliando a monocultura, os solos férteis e a mão de obra escrava.

As primeiras mudas teriam vindo com Martim Afonso de Souza e foram plantadas em seu engenho em São Vicente. Contudo, as regiões que mais concentraram a produção de açúcar estavam no Nordeste brasileiro, sobretudo Bahia e Pernambuco.

Foi nesse período que surgiram os senhores de engenho, donos de grandes propriedades de terra, os latifúndios, que também são característicos desse tipo de produção. Outro fator de destaque foi a larga utilização de mão de obra escrava para produção de açúcar.

Nesse período, mais especificamente durante o século XVII, os holandeses investiram na tentativa de colonização no Brasil, o que resultou nos maiores conflitos do Brasil Colônia. Após a expulsão definitiva dos holandeses, em 1654, eles se instalaram na região das Antilhas, onde passaram a produzir um açúcar extremamente competitivo, atingindo diretamente o comércio exterior português. Isso produziu uma crise no ciclo do açúcar, que se somou à descoberta, no final do século XVII, de ouro.

Leia também: Diferenças entre escravidão indígena e escravidão africana

Entradas e Bandeiras

Ainda no século XVI, Portugal promovia e estimulava pessoas interessadas na exploração do território colonial. As operações com o objetivo de expansão territorial, financiadas e organizadas pelo próprio governo, recebiam o nome de entradas. Já os indivíduos, também incentivados pela Coroa, interessados em expedições próprias, com recursos próprios, seja para busca de pedras preciosas, seja para captura de índios para vendê-los como escravos, entre outras motivações, ficaram conhecidos como bandeirantes.

As entradas provocaram uma série de conflitos com os indígenas, levando, inclusive, à dizimação de nações inteiras.
As entradas provocaram uma série de conflitos com os indígenas, levando, inclusive, à dizimação de nações inteiras.


Essas expedições foram fomentadas em momentos distintos por motivos diferentes, sobretudo após o fim do ciclo do açúcar, quando Portugal necessitava buscar novos recursos. Todo metal encontrado durante as expedições deveria ser levado às Casas de Fundição, onde um quinto era retirado como imposto pago à Coroa portuguesa. Esses métodos de exploração foram cruciais para a expansão territorial do Império Português na América. Para saber mais sobre, leia: Entradas e Bandeiras.

Leia também: A marcha para oeste de Vargas, nova tentativa de avanço ao interior do Brasil

Ciclo do Ouro

As finanças da Coroa Portuguesa estavam extremamente comprometidas pelos custos da administração colonial de seu imenso território, sobretudo após as dificuldades competitivas com a monocultura canavieira desenvolvida pelos holandeses nas Antilhas. Nesse contexto, em meados do século XVIII, as bandeiras começaram a achar ouro em quantidades significativas no interior da colônia, especificamente nas regiões de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.

Mais uma vez, os escravos africanos foram fundamentais nesse processo, até mesmo porque dominavam técnicas superiores às dos portugueses na extração do ouro. Essa interiorização em busca de metais preciosos foi importante também para a formação de diversas vilas que hoje constituem importantes cidades, como São João del Rei (MG), Mariana (MG), Ouro Preto (MG), Jaraguá (GO), entre outras.

É importante ressaltar também que, nesse período (século XVIII), as manufaturas começaram a se tornar cada vez mais importantes na balança comercial das nações – um desdobramento da Revolução Industrial, processo do qual a Inglaterra foi pioneira. Nesse contexto, Portugal assinou com a Coroa britânica o Tratado de Methuen, que vigorou entre 1703 e 1836. Esse acordo consistiu no comprometimento de compra dos tecidos ingleses em troca da venda dos vinhos portugueses aos ingleses.

Enquanto Inglaterra possuía métodos de produção sofisticados, que aumentavam a rentabilidade de seus produtos, Portugal não estava se industrializando. Isso provocou um endividamento gigantesco da Coroa Portuguesa com a Inglaterra, por isso, grande parte do ouro acumulado serviu como abatimento dessa dívida.

No final do século XVIII, o ouro passou a ser mais escasso pelo esgotamento das minas. Começou-se, então, o surgimento de uma nova atividade econômica, ligada, novamente, ao sistema de plantation, que foi a plantação de café.

Leia também: O que foi o metalismo?

Formação da sociedade colonial

Após os portugueses e espanhóis descobrirem o continente americano, uma série de relatos e crônicas dava o tom de encantamento que as novas terras despertavam nos habitantes do velho continente. Um misto de inocência e descrições bíblicas do paraíso indicava que tanto a terra quanto os seus habitantes precisavam ser “conquistados”, “catequizados” e “civilizados” pelos reinos cristãos europeus.

Um pouco disso explica, mesmo que de forma subjetiva, aspectos importantes da formação da sociedade colonial. Afinal, tratava-se de uma terra de possibilidades, de riquezas escondidas, de descobertas possíveis, um “novo mundo”.

Com a descoberta cada vez mais frequente de ouro por parte das bandeiras, a estrutura administrativa que pudesse garantir as posses da Coroa começou a se estruturar de forma mais efetiva.

Assim, a sociedade colonial constituiu-se, basicamente, de uma elite vinda de Portugal, que acumulava riquezas; de escravos, que consistiam na força de trabalho principal do período colonial; e de indígenas, que, apesar de todas as resistências contra os portugueses, tiveram nações inteiras dizimadas, territórios tomados, quando não escravizados. Havia também os representantes da administração colonial, os representantes da Igreja Católica e, no decorrer do tempo, começou a surgir a figura dos “brasileiros”, ou seja, pessoas nascidas no território colonial.

É importante dizer que as mulheres, assim como os indígenas e negros, tiveram grande parte de suas histórias negligenciada e esquecida durante esse período. Mesmo assim, a historiografia contemporânea já trabalha narrativas que contam a história de personalidades importantes durante o período colonial.

Um nome que ficou conhecido é o de Chica da Silva (1732-1796), natural da região de Minas Gerais e ex-escrava alforriada que ganhou destaque no Arraial do Tijuco, atual Diamantina. Há também a interessantíssima história de Rosa Maria Egipciáca da Vera Cruz, que, sendo escrava e tendo se alfabetizado sozinha, escreveu a obra mais antiga de uma autora negra brasileira, a Sagrada Teologia do Amor Divino das Almas Peregrinas.

Leia também: Alguns destaques femininos na literatura brasileira

Revoltas coloniais

Durante o Período Colonial no Brasil, uma série de interesses divergentes deu origem a diversas revoltas. Há, inclusive, uma forma de se referir, na historiografia, a esses conflitos: movimentos nativistas. Dentre essas revoltas, podemos citar: a Insurreição Pernambucana (1645-1654), Revolta de Beckman (1684) Guerra dos Emboabas (1708-1709), Guerra dos Mascates (1710), Conjuração Mineira (1789), Conjuração Baiana (1798), entre outras.

Um dos motivos que também puxavam o tom de insatisfação dos rebeldes nativistas com a Coroa era o Pacto Colonial, ou Exclusivo Comercial Metropolitano, que determinava que a metrópole, Portugal, seria beneficiada com as atividades econômicas de suas colônicas sem a possibilidade de livre comercialização. Tudo isso foi fundamental para o processo de Independência do Brasil, que aconteceu em 1822.

Crise do sistema colonial

A crise do sistema colonial explica-se por uma série de fatores inter-relacionados. Naquele momento, a Inglaterra despontava-se como a principal potência econômica do mundo, sobretudo pela ‘revolução silenciosa’ que o novo sistema industrial estabelecia e que Portugal tardou a se adaptar.

Surgiu uma nova força de trabalho baseada no trabalhador assalariado, e a escravidão passou a ser cada vez mais uma instituição condenada pelos países europeus. Ao mesmo tempo, ainda na segunda metade do século XVIII, colônias inglesas e francesas começaram a iniciar seus processos de independência, o que se alastrou por toda a América Latina durante o século XIX.

Apesar da letargia em que essas transformações ocorreram no Brasil Colônia, suas consequências foram cruciais para o fim do seu ciclo. Após Napoleão ameaçar invadir Portugal e, consequentemente, ocorrer a transferência da Corte Portuguesa para o Brasil, uma série de interesses locais, somada às transformações de ordem econômica, social e cultural que estavam em processo, entre outros fatores, acabou promovendo o fim do ciclo mais duradouro, até agora, da História do Brasil.

Publicado por Túlio Queiroz
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Seções de Brasil Colônia

Tiradentes (esq.) e Cipriano Barata (dir.): personagens marcantes das revoltas coloniais brasileiras.
Revoltas Coloniais
Os levantes que marcaram o fim da colonização portuguesa no Brasil.

Artigos de Brasil Colônia

As limitadas técnicas de extração e a política colonial contribuíram para a crise da mineração.
A crise da mineração
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Os acordos que redimensionaram o território brasileiro.
A Insurreição Pernambucana: um dos mais importantes momentos da expulsão dos holandeses.
A expulsão dos holandeses
Clique e compreenda como se deu a expulsão dos holandeses do Brasil Colônia!
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A fiscalização sobre a atividade mineradora
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O papel desempenhado pela mulher na colônia não se restringe à dominação.
A mulher no mundo colonial
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A origem do termo Brasil
Brasil, Filologia, origem do termo brasil, Timeu e Crítias, Brazil, Breasil, Hy Brazil, mitologia irlandesa, mitologia fenícia, Uí Breasil, barzil, descendentes do clã Breasal.
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As irmandades leigas
Espaços de crença e socialização no interior da colônia.
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As Primeiras Cidades
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Colonização, Expansão Marítima, Tratado de Tordesilhas, Península Ibérica, Portugal, Colonização Portuguesa, pau-brasil, capitanias hereditárias, governo geral, Ordem de Jesus, jesuítas, exploração colonial.
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Economia Mineradora
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O Seminário de Olinda tornou-se, excepcionalmente, um grande centro escolar no período colonial brasileiro *
Educação no Brasil Colonial
Saiba um pouco mais sobre os aspectos particulares que envolveram a educação no Brasil Colonial.
A Cidade de Goiás foi fundada pelo bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, em uma das várias expedições que organizou em busca de metais preciosos.[1]
Entradas e bandeiras
Acesse o site e conheça mais sobre as entradas e bandeiras. Veja como essas expedições foram importantes na descoberta de metais precisos e como elas se deram.
A escravidão no Brasil foi uma instituição cruel que existiu durante mais de 300 anos.
Escravidão no Brasil
Leia este texto e aprenda mais sobre a escravidão no Brasil. Veja sobre a origem dessa instituição, conheça os grupos escravizados e entenda como foi proibida.
A extração do pau-brasil foi iniciada poucos anos depois dos portugueses terem chegado à América.
Exploração do pau-brasil
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Tomé de Sousa foi o primeiro a assumir o cargo de governador-geral do Brasil.
Governo de Tomé de Sousa
O primeiro governador-geral das terras brasileiras.
Com a criação do Governo-Geral, o rei de Portugal ordenou a construção de uma nova capital para o Brasil: Salvador.
Governo-Geral
O que você sabe sobre o Governo-Geral? Obtenha informações valiosas sobre o modelo administrativo implantado por Portugal com o objetivo de centralizar a administração da colônia. Veja os principais acontecimentos dos três governos que administraram o Brasil no período de 1548 a 1572.
Representação da chegada do governador Tomé de Sousa à Bahia.
Governos gerais
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Grandes Navegações
Acesse este texto e saiba o que foram as Grandes Navegações. Entenda por que Portugal foi pioneiro nessa empreitada e quais foram seus grandes feitos.
As Guerras Guaraníticas marcaram tragicamente o processo de redefinição dos limites coloniais.
Guerras Guaraníticas
O conflito que marcou a redefinição das fronteiras entre Portugal e Espanha.
A inquisição atuou no Brasil perseguindo aqueles que eram considerados hereges.
Inquisição no Brasil
Clique aqui e entenda o que foi o tribunal da inquisição no Brasil.
A batalha do Guararapes: o confronto entre os luso-pernambucanos e holandeses.
Insurreição Pernambucana
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Mapa francês feito durante a colonização da França Antártica
Invasões francesas na colônia portuguesa
Saiba como se deram as invasões francesas no litoral brasileiro.
Invasões Holandesas no Brasil
Clique aqui e saiba mais sobre as invasões holandesas no Brasil. Entenda o contexto e os motivos que levaram os holandeses a invadirem o Nordeste brasileiro.
Quadro representando os jesuítas na catequização dos índios.
Jesuítas
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O Marquês de Pombal esteve à frente de Portugal, entre 1750 e 1777, e enfrentou inúmeros inimigos ao longo de sua gestão.
Marquês de Pombal
Clique no link e acesse este texto para saber mais sobre a trajetória de vida do Marquês de Pombal, conhecido por ter realizado reformas profundas em Portugal.
Os motins do Maneta tomaram de assalto a cidade de Salvador.
Motins do Maneta
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Negra vendendo caju, gravura de Jean-Baptiste Debret (1768-1848) que mostra uma das atividades varejistas das mulheres na colônia
Negras forras e o comércio urbano colonial
Saiba mais sobre o trabalho desenvolvido pelas negras forras no comércio varejista colonial.
O canibalismo entre os tupinambás tinha importante função ritualística e identitária
O canibalismo entre os índios tupinambás
Saiba como os tupinambás realizavam o ritual em que consumiam a carne de seus inimigos conquistados em guerra.
Algumas representações do índio produzidas pelo artista holandês Albert Eckhout.
O indígena
Alguns dados sobre os diversos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.
Os escravos estiveram presentes em diferentes funções e contextos sociais ao longo da história brasileira.
Os diferentes tipos de escravo no Brasil
As variadas tarefas e condições assumidas pelo escravo no Brasil.
Os holandeses desempenharam o papel de financiadores e intermediários na empresa açucareira lusitana.
Os holandeses e a economia açucareira
A participação da Holanda no desenvolvimento da economia açucareira no Brasil.
O “homem bom”: símbolo da exclusão política sacramentada no ambiente colonial.
Os homens bons
A restrita parcela de indivíduos que tratavam de questões políticas na colônia.
A ação dos jesuítas garantiu a expansão do catolicismo ao longo do território brasileiro.
Os jesuítas no Brasil
A ação dessa ordem religiosa no ambiente colonial brasileiro.
O tráfico negreiro viabilizou a escravidão na história do Brasil Colonial
Os negros no Brasil Colonial
Saiba como se deu a escravidão de negros no Brasil Colonial. Clique aqui e conheça mais sobre a história de nosso país!
Acima, imagem de um ritual de canibalismo executado pela tribo dos tupinambás
Os relatos de Hans Staden e Anthony Knivet sobre o Brasil
Saiba mais sobre o início da colonização por meio dos relatos de Hans Staden e Anthony Knivet sobre o Brasil.
As mulas atravessavam longas estradas transportando a riqueza produzida na colônia.
Os tropeiros
A ação de viajantes que cortavam a colônia no lombo das mulas.
O vaqueiro: uma das figuras peculiares da atividade pecuarista colonial.
Pecuária Colonial
Uma importante atividade que movimentou a economia interna da colônia.
O sistema de plantation empreendeu diversos problemas de ordem econômica e social no Brasil.
Plantation
O modelo de exploração das terras que marcou historicamente a economia brasileira.
A submissão e o extermínio foram as principais características dos primeiros contatos entre portugueses e indígenas
Portugueses e indígenas: encontro ou desencontro de culturas?
O Brasil foi descoberto ou conquistado pelos portugueses? O primeiro contato entre portugueses e indígenas foi marcado pelo encontro ou desencontro de culturas? Veja aqui.
Zumbi dos Palmares (1655-1695) foi um dos líderes do Quilombo dos Palmares e coordenou a resistência do quilombo até a sua destruição, em 1694.*
Quilombo dos Palmares
Clique e acesse para saber mais sobre a história do Quilombo dos Palmares. Entenda como surgiu, como era a vida nesse quilombo e como foi o seu fim.
Zumbi foi um dos mais conhecidos líderes quilombolas do período colonial.
Quilombos
As comunidades que enfrentavam a escravidão no período colonial.
Pombal visou ampliar os lucros com o empreendimento colonial e racionalizar o Estado Português.
Reformas Pombalinas
Marquês de Pombal, período pombalino, Sebastião José de Carvalho, Dom José I, despotismo esclarecido, Tratado de Methuen, capitanias hereditárias, Conselho Ultramarino, Erário Régio, mão-de-obra indígena, Companhia de Jesus, jesuítas.
Pecuária, uma das atividades desenvolvidas durante o renascimento agrícola.
Renascimento Agrícola
História Colonial, Brasil Colônia, História Econômica do Brasil, Renascimento Agrícola, cana-de-açúcar, algodão, Revolução industrial, pecuária, Inglaterra, técnicas rudimentares, uso indiscriminado do solo.
Bandeira da União Ibérica representando a unificação dos reinos de Portugal e da Espanha.
União Ibérica
Acesse o site e veja quais foram as causas da União Ibérica. Conheça o período dessa união e acompanhe as suas consequências em 1640 no Brasil.

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